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Carrillo de verdade

Carrillo de verdade
• Foto: JOSÉ MOREIRA

Foi o jogo perfeito de André Carrillo, La Culebra para os conhecedores. Entrou aos 31’, numa emergência, para substituir Nani, o melhor jogador da Liga em novembro, e ele próprio teve urgência em resolver uma partida historicamente difícil para o Sporting.

Carrillo marcou aos 54’, dois minutos depois fez uma assistência para o 0-2 de Mané. E entre os 75’ e os 81’ realizou dois “passes de morte” para João Mário: o primeiro acabou na atmosfera, mas o segundo resultou no 0-3. Melhor só nos filmes.

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Marco Silva dispensou-lhe elogios merecidos e fez a constatação que tem estado à vista de todos: esta é a melhor época do internacional peruano desde que chegou ao Sporting, em 2011. La Culebra passou das promessas aos atos.

Na época de estreia, no campeonato nacional, o extremo participou em 24 jogos e marcou dois golos, vivendo muito na condição intermitente de jogador substituído ou de suplente utilizado. No ano seguinte, fez menos um jogo, mas teve mais minutos. E foi menos goleador.

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Com Leonardo Jardim, a participação de Carrillo no campeonato nacional aumentou, mas a capacidade goleadora manteve-se modesta. E em Alvalade começaram a avolumar-se as dúvidas em relação à capacidade do peruano poder subir de patamar.

Aos 23 anos, agora sob o comando de Marco Silva, Carrillo não só está a confirmar-se como um jogador de qualidade, como acedeu ao estatuto de “decisivo”. Esta época, fazendo a comparação com 2013/14, em menos de metade do tempo jogado já marcou o dobro dos golos. E ontem, quando o Sporting perdeu o seu jogador de eleição, por lesão, La Culebra não só se chegou à frente como foi ele o melhor em campo, o mais valioso leão.

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