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Coentrão: «Quero ser campeão pelo meu Sporting: reagi como sou, autêntico e genuíno»

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Coentrão: «Quero ser campeão pelo meu Sporting: reagi como sou, autêntico e genuíno»

Fábio Coentrão já veio explicar a reação que teve em Setúbal. O defesa fala em "mágoa e revolta", vinca o amor ao Sporting, pede desculpa aos sportinguistas "por alguma atitude menos refletida" e garante que ainda vão ser todos muitos felizes esta temporada.

"Nem sempre, dentro do campo, as coisas correm como queremos. Fomos à luta, não fomos felizes e isso deixou-nos revoltados. Vivo cada jogo como se fosse o último da minha vida. Não gosto de perder e, muito menos, quando é proíbido fazê-lo. Quero ser campeão pelo meu Sporting CP. Senti-me frustrado e reagi como sou, autêntico e genuíno. Sou um homem e não uma máquina. Que me desculpem todos aqueles que fazem parte da Família Sportinguista pelo que fizemos e por alguma atitude menos refletida no jogo em Setúbal. A mágoa e a revolta pelo que ontem aconteceu continuam, e pensei em todos aqueles que, no estádio ou na televisão, também sentiram o mesmo que eu senti. O futuro é já o próximo jogo, na quarta-feira. O destino de todos nós, Sportinguistas, é sermos felizes. E vamos sê-lo, com atitude e compromisso. A nossa união continua a ser de aço!", escreveu no Instagram.

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Fábio Coentrão ficou visivelmente inconsolável com o balde de água fria despejado sobre os leões, já no período de compensação. Após ver o cartão amarelo, aos 90’+2, por protestos veementes com o árbitro Fábio Veríssimo, o internacional português foi de pronto substituído por Doumbia, numa altura do tudo ou nada.

Ao encaminhar-se para o banco de suplentes, o lateral-esquerdo, de 29 anos, trocou breves palavras com Jorge Jesus e, logo a seguir, desferiu vários murros com a mão direita no banco de suplentes, numa clara manifestação de insatisfação com a vantagem desperdiçada. Depois, sentou-se de olhar fixo no chão e mãos na cabeça, mostrando dificuldade em suster as lágrimas. Após o apito final, Fábio Coentrão foi visto a proteger a mesma mão, tudo isto porque ficou a sangrar, resultado do acesso de fúria minutos antes.

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