Daniel Bragança e Ana Borges, médio e defesa do futebol sénior masculino e feminino do Sporting, respetivamente, sentaram-se no relvado do José Alvalade e num segmento apresentado por Guilherme Geirinhas - o Desafio Pepsi - aproveitaram para... descontrair, não sem revelar alguns detalhes do que se passa dentro de portas, deste caso do campeão nacional.
O camisola 23, que em 2023/24 usou a braçadeira algumas vezes, por indisponibilidade dos capitães fixos (Coates, Adán e Neto), explicou que apesar de assumir o estatuto, as palavras de motivação antes dos jogos, em pleno balneário, estão à mesma distância de todos - assim o desejem.
"Quando fui capitão, não falei no balneário, só dei o grito. Normalmente fala sempre o Neto, o Seba [Coates] e depois o míster [Rúben Amorim]. Já estava muita coisa falada... [risos]. O Seba intervém sempre, mas há vezes que não fala, porque o míster fala praticamente tudo", explicou o futebolista, de 25 anos, acrescentando: "Qualquer um pode falar, mas há quem se sinta mais e menos à vontade."
Noutra revelação altruísta, ambos os protagonistas revelam que muitas vezes os prémios de MVP atribuídos pela transmissoras, acabam... nas mãos de outros.
"Quando o Neto teve um daqueles problemas nas costelas [pneumotórax], isso aconteceu [ir falar à flash e levar o prémio]", recordou Dani, depois de a internacional AA por Portugal: "Já dei o prémio de MVP à Hannah [Seabert, guarda-redes], porque muitas vezes, com defesas, dá-nos o jogo."