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Daniel Bragança promete leão ofensivo na Holanda: «Queremos manter o caudal e marcar golos»

• Foto: Sporting CP

Daniel Bragança, médio do Sporting e subcapitão dos campeões portugueses, foi o jogador escolhido para acompanhar Rúben Amorim na antevisão ao encontro que o Sporting disputará amanhã em Eindhoven, diante do PSV (20h00 em Portugal Continental), a contar para a 2ª ronda do grande grupo da Champions.

Tecendo vários elogios à formação comandada por Peter Bosz, o canhoto afiança que será um leão ofensivo aquele que se apresentará no Philips Stadion - claro, com as devidas cautelas. Confira abaixo as principais respostas do camisola 23 do emblema verde e branco.

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Na conferência de imprensa:

Como vão encarar este jogo? Como sente a equipa? "Estamos confiantes, acredito que o PSV também esteja, porque vem de sete vitórias na sua liga, tal como nós. A única diferença é mesmo o arranque na Champions [perderem frente à Juventus, a abrir, por 3-1] e por isso acredito que possam estar um pouco mais alerta, só que nós também estamos."

Preparado para jogar ao lado do Hjulmand? Um jogo mais difícil? "Vamos ver amanhã... Preparados estamos todos: jogando um ou outro, a equipa está preparada, ganha e joga bem. [Sobre o PSV] Não vimos mais à vontade. Aliás, é um erro virmos confortáveis, pois temos de estar alerta. Como disse, o PSV tem zero pontos, nós três e isso faz diferença. Mas ambos quereriam ganhar na mesma caso tivéssemos ambos três pontos."

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Aponta a recordes individuais? "Não olho muito para isso. É mais fácil ter bons números quando a equipa joga bem e chega mais vezes à área adversária, porque vencemos, marcamos muitos golos e temos um caudal ofensivo bastante grande. Mas o importante é continuar nesse caudal, marcar golos. Se a equipa está bem, os jogadores vão sobressair."

E como é regressar à Champions? "É um prazer. É um palco de sonho para qualquer um, no meu caso não é diferente. Resta-me desfrutar desta noite."

Crescimento individual e estar no lote de capitães: "Perdemos peças muito importantes, de quem tenho saudades, mas lá está, faz parte da vida, do futebol. Uns saem, outros entram - é o que é. Fizemos boas contratações, quem chegou adaptou-se bem, a equipa está muito bem montada, o estilo de jogo... E quando é assim fica tudo mais fácil. Quanto a ser capitão, é um orgulho, uma responsabilidade, é diferente em relação à formação, onde também fui... É isso!".

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Por Record
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