No comunicado em que assume a demissão da direção clínica e e admite ser solução para a direção, Frederico Varandas, explica o afastamento de Bruno de Carvalho.
Lembrando que sente e vive o "Sporting desde os 3 anos de idade" e nem mesmo "na comissão de serviço militar no Afeganistão" deixou de "respirar 'Sporting'", Frederico Varands diz rever-se "em grande parte no património material e imaterial que ele deixa ao nosso clube".
"Revejo-me na valorização dada às Modalidades, no aumento de exigência e ambição competitiva do futebol profissional, na concretização do projeto do Pavilhão João Rocha, na atenção aos Núcleos, na dinamização dos associados e adeptos. E revejo-me na capacidade demonstrada nos primeiros anos de presidência de convocar os Sócios a participar na vida do nosso clube", refere.
Contudo, para Varandas, "os acontecimentos dos últimos meses sublinharam a faceta autocrática e sectária do Dr. Bruno de Carvalho, tornando impossível" a sua permanência sob pena de faltar ao "superior dever de Lealdade para com o Sporting Clube de Portugal".
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