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Miguel Braga também não gostou do trabalho do árbitro João Pinheiro no FC Porto-Sporting e teme que o erro na expulsão de Coates possa ter consequências na classificação final da Liga Bwin.
"Não vamos falar em erros e discussões sobre intensidade pois é algo muito subjetivo nos comentadores portugueses, mas há um lance que é unânime. Esta época já vimos o Tabata e o Daniel Bragança a serem expulsos por lances idênticos quando pisaram um jogador. Depois da falta, o Taremi ainda faz uma fita desgraçada dando um salto mortal parecendo que lhe tinham pisado os três pés, não os dois. É um erro gravíssimo que pode ter consequências no final do campeonato e o que sucedeu no final está a ofuscar um erro... Ninguém o ajuda na Cidade do Futebol? Já ouvi dizer que era amarelo, mas é diferente para o Tabata e o Bragança quando o árbitro foi chamado ao VAR? Parece que quando são jogadores do Sporting a intensidade é outra. Gostava que me explicassem como é que o Sporting é o segundo classificado e também surge na mesma posição na tabela dos cartões. É um caso único na Europa, mas nem com 10 nos conseguiram ganhar", afirmou o responsável leonino, em declarações ao programa Raio-X transmitido na Sporting TV, onde considerou que João Pinheiro sentiu o ambiente:
"Eu fico sempre assustado quando ouço muitos elogios a um árbitro. Os árbitros deviam ser todos competentes, basta olharmos para o futebol inglês e vemos uma forma de arbitrar diferente. A pressão do público é boa, não podemos elogiar o ambiente na Turquia onde o árbitro não se deixou influenciar e não começou dar amarelos e agora condenar este ambiente no Dragão. Neste jogo, em 10 faltas, o Sporting viu 7 amarelos e um vermelho. O árbitro tem de estar preparado para um ambiente hostil. Não podemos ter árbitros que viram caseiros com a pressão do público... eu nunca tinha visto um árbitro a mudar o tempo de compensação devido e essa pressão. Aos 10 minutos já havia quatro pedidos de penálti para o FC Porto. O primeiro amarelo para o Coates é um erro gravissimo".
O dirigente também não gostou do gesto de Pepe a esconder uma bala atirada para o relvado. "Perguntem aos moralistas que estavam a crucificar o Nuno Santos o que acham de um internacional português estar a esconder um objeto lançado para o relvado do árbitro. O Sporting, com 11 jogadores em campo, mostrou que seria muito difícil ao FC Porto marcar. O segundo golo do Sporting é uma ode ao futebol! Se o Nuno Santos estivesse numa outra equipa pergunto se estivesse numa outra equipa não estaria destinado a outros voos", concluiu.
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