Luís Nani esteve esta segunda-feira presente no 'Futebol Total' do Canal 11, onde recordou algumas das histórias que marcaram a sua carreira enquanto futebolista profissional, carreira essa que o agora ex-internacional português colocou um ponto final no último domingo, através de um vídeo publicado nas redes sociais.
Um dos momentos que o antigo craque recordou foi a sua chegada à formação do Sporting, em especial a altura em que um companheiro de equipa lhe emprestou um par de chuteiras para que ele pudesse treinar e jogar em condições. "Eu não tinha condições. Quando cheguei ao Sporting comecei a ver os meus colegas todos com chuteiras da Puma, da Nike, tudo bonitinho, e a minha bota, como nós costumávamos dizer, à frente tinha língua de gato porque era toda aberta e a meia ficava aqui à frente. Um dia um colega meu viu-me e teve pena, então chegou à minha beira e disse-me: 'Nani, eu empresto-te as minhas chuteiras'. Eu disse que não era preciso, mas ele deixar estar e ele: 'Anda lá. Calça lá e vê se serve'. Eu calcei as botas da Puma, todas novinhas, aquilo ficou mesmo justinho e eu comecei a treinar todo empolgado com aquelas botas, fazia tudo! Depois perguntei-lhe se podia ficar com elas mais um dia e ele disse que eu podia jogar com elas e tudo", começou por recordar o antigo extremo, lembrando o momento em que perdeu essas mesmas chuteiras para um outro companheiro.
"Eu estava a jogar com aquilo, mas um dia cheguei ao meu lugar e as botas não estavam lá. Perguntei ao roupeiro, o Sr. Vítor, quem é que tinha levado as minhas botas e ele disse: 'Ah, veio cá o dono das botas e levou-as'. E eu perguntei como é que era possível isso ter acontecido se as botas eram minhas. Comecei a procurar por elas e fui ter com o rapaz. 'Então, as botas?' e ele disse-me: 'Ah, emprestei a outro colega'. Fui ter com o outro colega e disse: 'Dá cá as botas que as botas são minhas. Como é que vais levar as botas assim se sou eu que estou a jogar com elas?'. Apanhei as botas outra vez e o meu colega ficou todo chateado. Depois veio o Sr. Vítor e o Paulo Bento. Juntaram-se todos e disseram: 'Então? Tu andas a roubar as chuteiras aos teus colegas?' e eu respondi: 'Eu a roubar chuteiras? Então ele é que me emprestou e depois veio o outro tirar-me as chuteiras do meu lugar. As chuteiras estavam boas, eu estava a jogar com elas, então como é que eu ia dar as chuteiras a uma pessoa que nem conheço?'. Disseram-me que aquilo não voltava a acontecer, deram-me outra vez as minhas botas rasgadas, com língua de gato, e eu não joguei nada."
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