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Nuno Saraiva acusa No Name de imitarem som do very light de 1996 e fala em "desumanidade canalha"

• Foto: David Martins

Nuno Saraiva acusou os No Name Boys de imitarem, através de assobios, o som do very light que em 1996, na final da Taça de Portugal, matou um adepto do Sporting, depois de arremessado por seguidores do clube encarnardo. O diretor de comunicação leonino falou mesmo em "desumanidade canalha".

"Hoje, no pavilhão da luz durante o dérbi de futsal, a tal claque que não existe mas que beneficia de apoio total por parte da direcção do clube a que pertence, brindou-nos com mais uma exibição de desumanidade canalha e de falta de respeito pelo ser humano. A dada altura, decidiram imitar, bem afinados o que prova premeditação, o som de um very light, repetindo aquilo que fazem desde 1996 com total impunidade, desrespeitando a memória do Rui Mendes, o adepto do Sporting Clube de Portugal assassinado na final da Taça de Portugal, no Jamor", afirmou Nuno Saraiva no Facebook.

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De resto, Saraiva desafiou ainda o Benfica a repudiar este gesto, à semelhança do sucedido com os Super Dragões e os cânticos da Chapecoense: "Onde estão agora as virgens ofendidas que rasgaram as vestes com o mau gosto dos Super Dragões? Onde está a comunicação social que se apressou a fazer alarido quando o visado era o benfica? Onde está a direcção do clube perante tamanha indignidade e falta de decência? Onde está a justiça desportiva e o Ministério Público? E depois ofendem-se quando se denuncia a subserviência."

"De facto, o Presidente do Sporting Clube de Portugal está coberto de razão quando denuncia as virgens ofendidas para as quais já não há paciência e a desigualdade de tratamento e de critérios perante os factos. Aquilo a que hoje se assistiu é mais um acto inqualificável que devia envergonhar e muito a instituição em causa. Mais ainda porque se repete ano após ano. É lamentável porque não se respeita a memória de Rui Mendes nem a dor da sua família, e pelo que significa para os mais de 3,5 milhões de adeptos do Sporting CP, perante a indiferença cúmplice de uma direcção e de um presidente que até já se referiram a estes factos no passado recente como "folclore", acrescentou o dirigente verde e branco.

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