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O guarda-redes do Sporting que queria ser guarda… do zoo

• Foto: Sporting

Chegou ao Sporting no verão, proveniente da Juventus, e já teve oportunidade de mostrar serviço até na Champions, por castigo de Adán. Aos 22 anos, o uruguaio Franco Israel ainda está a conhecer os cantos à casa mas, em Alvalade, tem beneficiado, e muito, da ajuda de Coates e Ugarte para acelerar a adaptação. E nem precisa de ser um fanático do mate, como os compatriotas.

"Gosto de mate, mas não gosto de beber todos os dias. Gosto de estar com o ‘Seba’[Coates] ou o ‘Manu’ [Ugarte] e beber mate, mas não gosto de andar a carregá-lo. Eles gostam de trazê-lo, tirar fotografias… é quase um ‘statement’. Metade da população do Uruguai deve beber mate", brincou o jovem guarda-redes, no mais recente episódio do podcast ‘ADN de Leão’, onde partilhou o palco com Francisco Trincão e revelou um curioso ‘excesso’ alimentar que está autorizado a cometer pelo nutricionista do Sporting: "Sprite zero e pipocas, uma vez por semana!"

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Desafiado a descobrir o que Israel queria ser se não fosse futebolista, Trincão esperava algo mais previsível, como polícia ou bombeiro, mas enganou-se. A resposta era um pouco mais surpreendente, pois o agora guarda-redes do Sporting queria ser… "guarda do zoo". "Quando era puto adorava os animais, todos!", admitiu Israel, um adepto incondicional do jogo de tabuleiro ‘Catan’ que ainda entrou na faculdade, para frequentar um curso na área de economia, mas teve de abandonar quando foi para Itália em 2018, com 18 anos. "Gostei de estar lá mas Lisboa é melhor", assegura Franco Israel, que é utilizador da rede social Twitter e reconhece que "o ambiente não está fácil" no futebol do Uruguai, devido à eliminação do Mundial.

Espectador da série ‘Guerra dos Tronos’, e enquanto aquecia para ir ao cinema ver ‘Avatar’, Franco Israel conseguiu surpreender, parceiros de podcast e audiência, quando nomeou ‘Mi Pobre Angelito’ como filme clássico de Natal mas só até todos perceberem que falava de… ‘Sozinho em casa’.

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A propósito desta quadra, o guardião recuperou uma memória recente que não deixa saudades. "Houve um Natal que passei no avião e depois fiquei sozinho em casa no ano novo. No dia seguinte a regressar de viagem, fiz o teste à Covid-19 e estava positivo. Tudo correu mal", evoca, acrescentando que desta vez esteve com o "irmão, a namorada e o ‘Manu’ [Ugarte]", com quem foi a Sevilha. Já no Uruguai "a tradição é estar com a família." "Na minha são entre 15 e 20 pessoas; comemos leitão, salada russa e língua de vaca", revela.

Por Filipe Balreira e Vítor Almeida Gonçalves
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