Paulo Oliveira revê clube que o tirou do futsal

Paulo Oliveira revê clube que o tirou do futsal
• Foto: Pedro Ferreira

Quando o pai o inscreveu na escola de futebol, aos 7 anos, Paulo Oliveira não imaginava “onde poderia chegar” e muito menos que, em janeiro de 2015, haveria de ser adversário do clube que o ajudou a formar-se, no início desse percurso.

Famalicense de gema e a poucas horas de completar 23 anos (amanhã), o central estará seguramente a viver um dos dias mais especiais da carreira. Afinal, depois de ter experimentado o futsal, na equipa da sua freguesia, Portela (da padroeira Santa Marinha), foi a uma dezena de quilómetros, no Famalicão, que o agora camisola 26 dos leões começou a praticar futebol, atraindo primeiro a atenção do V. Guimarães e... assumindo-se hoje como titular indiscutível do Sporting.

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“Já jogava futsal mas tive de optar. A escolha foi fácil: futebol é futebol, é mais mediático, é um desporto mais a sério. Optei por este caminho, sem nunca imaginar onde poderia chegar”, admitiu, a 30 de outubro, em declarações ao jornal “Sporting”. Em cinco épocas no emblema minhoto, Paulo Oliveira conquistou um campeonato distrital de futebol de sete e, mais importante, adquiriu desde cedo rotinas no eixo da defesa. “Quando fui para Famalicão queria era jogar futebol. Talvez por ser alto, colocaram-me logo nessa posição”, explicou, na mesma entrevista.

Família na bancada

Não será inédito nesta temporada (aconteceu, por exemplo, frente ao Vizela) mas, desta vez, há motivos redobrados – além de outros conterrâneos de Famalicão, Paulo Oliveira terá hoje na bancada de Alvalade os familiares mais próximos. Dar apoio no reencontro com o clube de origem e... afinar gargantas para o 23.º aniversário justificam plenamente a visita a Lisboa.

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