Quinhentos e oitenta e nove dias após ter ganho, com uma percentagem próxima dos 90 por cento, o direito a ocupar o cargo de presidente do Sporting, José Eduardo Bettencourt deixa o cargo, com pouca honra e... nenhuma glória. O homem que em maio de 2009 trocou o conforto de um lugar no conselho de administração do Banco Santander pela aventura de presidir ao clube do coração deixa, em termos desportivos, um legado difícil de igualar. “Despediu” dois treinadores, dois diretores de futebol, contratou um punhado de jogadores, dispensou outros tantos e, contas feitas, conquistou zero títulos.
Na primeira temporada, depois de ter afirmado, em campanha eleitoral, que com ele “Paulo Bento forever”, foi forçado a abrir a porta da saída ao agora selecionador nacional, vendo seguirem-lhe as pisadas um vice-presidente, Miguel Ribeiro Teles, e uma administradora da SAD, Rita Figueira. Com eles partiu também Pedro Barbosa, o diretor de confiança de Paulo Bento.
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