_
Rúben Amorim garantiu esta sexta-feira, na antevisão ao clássico com o FC Porto, da final da Allianz Cup, que Pedro Porro estará disponível para defrontar os dragões, independentemente daquilo que acontecer no mercado de transferências quanto a uma eventual transferência para o Tottenham.
"Agora já não sai. Vai para estágio e eu estou ao pé dele. Já não sai até ao jogo. Ultimamente, o futebol tem mudado um bocadinho mas os clubes estão em primeiro lugar e ele está apto a jogar. Desde que esteja inscrito pelo Sporting ou por outro clube, tem de ir a jogo. Aqui é um facto. Percebo que isto envolve muito a cabeça dos jogadores, mas o principal e indicação que eu tenho é que o Porro está apto. Mais importante para mim, é que se não estivesse apto estaria outro jogador. Estarei sempre tranquilo. Este jogo não se resolve apenas com um jogador. Temos de estar muito bem como equipa. Nós funcionamos muito bem como equipa desde que sejamos muito agressivos e intensos e que tenhamos coragem de jogar. Não podemos focar-nos só num jogador. O Porro é mais um jogador que está apto e vai para estágio. O que tiver de acontecer vai acontecer. Estaremos preparados para todos os cenários", assegurou o técnico leonino.
Na mesma linha, Amorim não confirma se este pode ser o último estágio do espanhol. "Não sei se é o último jogo ou não. Faltam poucos dias. Vocês vão saber até dia 1, se fica ou se sai."
A fechar, e ainda no tema Porro, o técnico do Sporting foi questionado sobre se a saída de Matheus Nunes, no início da temporada, mudou estratégia do leão neste particular. "Não faço ideia. Não sei a estratégia nem me preocupo. O que me foi dito foi em relação à cláusula do Pedro Porro. Penso que é isso que está a ser cumprido. Não sei ver qual é a estratégia. Temos de ver que às vezes é obrigatório vender e eu não tenho acesso a essa informação. Não me quero estar a meter nisso. Há outras vantagens em que não somos obrigados a vender. Essa é a grande vantagem dos clubes. Não há grandes negociadores e maus negociadores. Há os que têm de vender e os que não têm. E quando não se tem de ver, é diferente a negociação. Não faço ideia. Deus queira que esteja complicadíssima essa negociação. Faltam 3 dias. Tudo pode acontecer."