O clássico com o FC Porto ficará na memória de Jovane Cabral, pelos dois golos que apontou e que deram a reviravolta no marcador (2-1), colocando o Sporting na final da Allianz Cup. Esta sexta-feira, e confrontado com as lágrimas do seu jogador nesse encontro, Rúben Amorim sublinhou o percurso difícil do camisola 77.
"Se virem o historial do Jovane... O ano passado quando chegámos, o Silas e o departamento médico fizeram um trabalho extraordinário com ele, sendo preponderante, o que nunca tinha sido. Depois lesionou-se outra vez. Começou o ano a titular a avançado, foi muito criticado e nesse aspeto a culpa é do treinador, depois, saiu e agora está a voltar. Um jogador tão novo a viver isto ano após ano. É normal que sinta... É um miudo muito sensível, as pessoas não o conhecem, acho normal. Gostei do apoio dos colegas, tem o nosso apoio, mas não garante nada, não damos benesses a ninguém, mas sim oportunidades. Se Deus quiser terá uma grande carreira. As lágrimas são a prova de que estava feliz. Estou muito feliz por ele", afirmou o treinador do Sporting na conferência de imprensa de antevisºao à final da Allianz Cup na qual vai defrontar o Sp. Braga, amanhã.