O Sporting defronta o Sp. Braga amanhã, naquele que vai ser o primeiro jogo pós-Bruno Fernandes. Na conferência de imprensa de lançamento ao encontro da 19.ª jornada, Silas falou do que serão os leões sem o até agora capitão.
"Vamos ter um Sporting diferente porque Bruno Fernandes permitia fazer umas coisas, mas sem ele podemos fazer outras que com ele não podíamos fazer. Mas ainda é cedo para percebermos o que podemos fazer sem Bruno Fernandes. É um jogador importantíssimo, mas permite-nos experimentar outras coisas com o tempo, mas não será neste jogo que vamos conseguir ver", começou por responder.
E prosseguiu: "Temos de começar a pensar em não nos agarrarmos ao passado, o passado tem de ficar para trás. Temos de começar a pensar num Sporting sem o Bruno, é um grande jogador e seguramente vai demonstrar isso no United, mas o Sporting já ficou sem o Figo, sem Ronaldo, Damas, Jordão... O futuro do Sporting não está no passado. Vamos conseguir dar boa resposta à ausência do Bruno. Ele tinha muito peso, pode demorar tempo, mas vamos dar resposta".
"Temos muitos jogadores que nos permitem fazer várias coisas e com a saída de Bruno Fernandes alguns jogadores vão ter de assumir responsabilidades diferentes. Se estiverem dispostos e abertos a coisas diferentes, com os jogadores que temos podemos fazer coisas boas. Estamos contentes com o Sporar, tristes por perder Luiz Phellype, mas inscrevemos o Pedro Mendes, o Geraldes... Há ainda mais jogadores no plantel que podem ser soluções. Com os jogadores que temos aqui, se estiverem de mente aberta para coisas diferentes, dão resposta à saída do Bruno".
Questionado sobre o novo papel que Vietto pode ter agora que desempenhar, Silas foi perentório. É um jogador que já tinha alguma responsabilidade na nossa maneira de jogar e pode crescer mais com a saída de Bruno Fernandes, pode jogar numa posição em que Bruno jogava. Mas há outros, em todos os sectores. O Bruno era não só um grande jogador, personalidade forte que chamava a si grande responsabilidade, mas há outros como Coates, Jeremy, que têm de assumir responsabilidades que muitas vezes era o Bruno que assumia. Battaglia, Wendel... Há muitos que aos poucos, de forma natural, se vão impor como líderes".
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