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Frederico Varandas abordou esta terça-feira o adiamento do Famalicão-Sporting do passado sábado, referente à jornada 20 da Liga, rejeitando qualquer cenário de "cabala", sublinhou à TV do clube, onde também revelou a meta dos verdes e brancos, hoje ultrapassados pelo Benfica na classificação da prova citada, pese terem, claro, menos um jogo disputado
"É conhecido que as forças de segurança se encontram em protesto, nomeadamente a PSP. O Sporting teve a infelicidade de ser o primeiro grande a entrar em campo nessa jornada. A PSP teve aquela atitude de protesto, agiu através de um fator surpresa, ninguém sabia e acabou por não haver condições para se realizar o jogo. A partir daí, e olhando para os jogos de FC Porto e Benfica, houve tempo para as entidades se precaverem, para que não se repetisse o que aconteceu connosco", atirou o presidente dos leões, antes da AG da SAD que se realiza hoje no Auditório Artur Agostinho, no Estádio José Alvalade.
E concretizou: "Não entramos em cabalas da PSP, nem em teorias da conspiração mirabolantes contra o Sporting: primeiro, porque isso não é verdade e segundo porque isso nos desresponsabiliza, tira lucidez e tira foco à nossa missão, que é vencer. Queríamos que tivesse acontecido? Não. Mas aconteceu. Aconteceu e até já definidos um objetivo: chegar à data desse jogo, com menos um jogo e em primeiro. Quando houver oportunidade de calendário, seja março, abril ou maio, estaremos preparados para jogar e para ir buscar os três pontos."
O líder dirigiu, ainda palavras a todos os lesados nessa tarde/noite, em especial aos adeptos leoninos: "Queríamos ter jogado, claro, o Famalicão queria ter jogado, a Liga queria que tivesse havido jogo, mas o próprio Subintendente [da PSP] disse que não havia condições, que não existiam efetivos suficientes, lamentavelmente para os nossos jogadores, mas também para os nossos adeptos, que têm enchido todos os campos onde vamos. Uma palavra também para eles, porque é frustrante."
A fechar, Varandas concluiu com a reunião magna dos acionistas, que além de deliberar sobre o início do processo de reconversão dos VMOC - leia aqui -, também abordará o lançamento de um empréstimo obrigacionista de 50 milhões de euros até final de 2024.
"É o último capítulo… A formalização da conversão dos VMOC em ações, que nos permite ter 88% da SAD. É uma AG história, o fim de um longo capítulo onde tudo terminou da melhor maneira", analisou.
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