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A cumprir o seu primeiro estágio com as cores do Sporting, Viktor Gyökeres mostrou ao longo desta segunda-feira um pouco mais do seu dia-a-dia como leão e, desta feita, até teve oportunidade para interagir com os adeptos do universo verde e branco. Dito e feito, o avançado sueco de 25 anos respondeu inclusive a algumas questões colocados pelos fãs, admitindo, entre vários temas, que mal pode esperar por atuar perante os sócios e adeptos do clube.
"É uma sensação incrível vestir esta camisola e estou muito agradecido por fazer parte deste grande clube. Agora, estou apenas ansioso por jogar perante os nossos adeptos", confessou o internacional sueco, contratação mais cara da história do Sporting e que não escondeu o sorriso ao abordar as primeiras sensações acerca da sua chegada ao clube de Alvalade.
Proveniente do Coventry, num negócio em que o Sporting pagou em termos fixos 20 milhões de euros, Gyökeres destacou as primeiras impressões em Portugal, destacando o estágio leonino que decorre em Lagos. "Tem sido muito fácil adaptar-me, porque todos no clube receberam-me de uma forma muito boa. E agora só preciso de aprender um pouco de português", apontou.
De resto, no primeiro dia de particulares em solo algarvio, o próprio avançado alinhou sim pelos leões, só que à porta fechada perante o Farense, tendo atuado a avançado interior esquerdo, restando ver se esta terça-feira Amorim optará por apostar no sueco pela primeira vez num jogo aberto ao público, ou seja diante da Real Sociedad, no Estádio do Algarve (às 20h30). Além disso, o internacional sueco não poupou nos elogios ao técnico de 38 anos. "É muito bom tê-lo como treinador e obviamente ele fez grandes coisas aqui no Sporting. Estou ansioso por me desenvolver como jogador e espero que consigamos fazer grandes coisas juntos", vincou.
No que diz respeito a Gyökeres, o avançado abordou ainda, nas respostas publicadas no Instagram do Sporting, as maiores diferenças que notou entre Portugal e o seu país-natal, Suécia. "A principal diferença entre Portugal e Suécia acaba por ser o clima e o estilo de vida, que é um pouco diferente. E claro que o futebol é um pouco melhor", explicou.