A lesão de Gonçalo Inácio
"Muito honestamente não sei, vai para avaliação. Esperemos que não seja nada de grave, mas vamos ver."
Treinador do Sporting comenta vitória (3-2) sobre o Ath. Bilbao e apuramento para os 'oitavos' da Champions
"Muito honestamente não sei, vai para avaliação. Esperemos que não seja nada de grave, mas vamos ver."
«"Não foi só a ligação entre eles os dois, o Pote faz crescer toda a gente. Mas a entrada dos três foi importante. O Pote pela capacidade que dá, o Morita pela qualidade que dá, e depois cresceram todos. Não foi só pelo Pote, mas já disse que é diferenciado. Os três foram importantes, o perceber onde tínhamos de ir para depois ganharmos espaços. Acho que a entrada dos três foi muito boa e ajudou a equipa a vencer este jogo."
"A ambição da equipa, a amizade, o respeito que têm uns pelos outros enquanto equipa. Foi o coletivo que nos trouxe aqui. Foi o coletivo que ganhou o jogo hoje. Acima de tudo, é o coletivo, a ambição que têm. Não se cansam de ganhar. Não se satisfazem só com o ganhar, têm a ambição de ganhar, mas de mostrar sobretudo que merecem ganhar. Daí eu dizer que não tenho palavras para descrever o orgulho que tenho em todos os jogadores."
"Acima de tudo fico feliz porque aumenta a qualidade do nosso país. Estou feliz por ver as duas equipas portuguesas qualificadas e espero que as da Liga Europa também o façam. Não é importante só para alguns, é para todos. Renovação? Não estou preocupado com isso. Tenho mais um ano de contrato com o Sporting. Dinheiro? É perguntar ao presidente. Não é isso que me guia. Não o que me move, nem nunca foi o que me moveu, mas sim a paixão pelo futebol."
"Estivemos sempre bem organizados, em alguns momentos a linha defensiva estava mais distante da linha média. Tivemos num bloco médio, a tentar perceber o que eles fazia. Eles procuravam sempre as linhas mais longas. Os nossos centrais começaram a saltar mais à frente, recuperámos mais bolas e tivemos mais tempo no campo do Athletic. Não tem a ver com risco ou não risco, era sim perceber o que era preciso e o que o jogo pedia e acho que nisso fomos extraordinários."
"Acho que tivemos personalidade do início ao fim. Faltou-nos proatividade com bola, porque é uma equipa muito intensa e coesa na pressão. Faltou-nos provocar mais a profundidade. Estávamos presos no pensamento, com e sem bola. Estávamos pouco proativos, não sei se foi por sofrermos um golo na etapa inicial, num grande ambiente, dos melhores que já tive. Quando melhorámos um bocadinho, tivemos a perda do Inácio, depois sofremos logo golo. Na segunda parte melhorámos alguns comportamentos simples. As substituições também entraram bem. O Morita não se esconde, antecipa decisões, o Pote é um jogador acima da média, é extraordinário e a equipa fica diferente com ele, não há como fugir. O Diomande também estava a fazer um bom jogo e o Edu quando entrou percebeu o que a equipa estava a precisar. Eles sabem que são importantes e os colegas confiam. O Alisson entrou bem porque neste tipo de jogos dá-nos isto: 10-15 minutos é fortíssimo, principalmente quando tem mais espaços. Tem de crescer noutras coisas, se calhar nos jogos internos, onde não tem tanto espaço no um para um. Mas faz parte. Mas neste tipo de jogos tem sido um jogador importantíssimo."
"Fomos condicionados da forma que estávamos à espera. Não concordo que tenha sido das piores primeiras partes. Tivemos dificuldades, é certo, falhámos alguns passes, mas estávamos sobretudo lentos a tomar decisões, fomos perdendo bolas, perdemos profundidade e não conseguimos empurrar o Athletic para trás. Não tivemos essa capacidade. Ao intervalo não havia nada para corrigir em termos defensivos, porque eles só criavam perigo através de algumas perdas de bolas nossas. Sofremos um segundo golo que não podemos sofrer, não podemos parar à espera de uma falta, independentemente se é falta ou não. Simplesmente não podemos. Neste nível não podemos. Fomos dando confiança ao Athletic nesse sentido. As entradas de Pote, Morita e do Quaresma foram importantes. A equipa foi percebendo o que tinha de fazer e que tínhamos identificado ontem, mas na primeira parte não tínhamos conseguido. O Athletic não criou assim um perigo extraordinário, apenas em perdas de bola nossas. Fomos muito mais competitivos que o Athletic, muito mais proativos, principalmente na segunda parte. Merecemos muito esta vitória."
"Olhar para a classificação e ver as equipas que estão apuradas e ver o Sporting no meio daqueles tubarões todos é um momento de orgulho para nós, para a equipa e para os adeptos, que sofreram muito e certamente apoiaram muito esta noite. Objetivo histórico, bonito e que certamente ficará marcado para o Sporting e para o país, certamente. Os meus jogadores são incríveis."
Rui Borges, treinador do Sporting, comenta vitória dos leões (3-2) sobre o Athletic Bilbao e consequente apuramento direto para os oitavos de final da Liga dos Campeões.
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