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09 agosto

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A última mensagem de Hjulmand, as promessas do Sporting e o novo líder: Rafael Nel abre o livro

Avançado aplaude aposta na formação leonina

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Rafael Nel: «Novo líder? Estamos bem entregues»
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Rafael Nel não esconde que a saída de Hjumand teve impacto no plantel do Sporting, mas sabe que, quem quer que venha a assumir o papel do capitão, vai fazer o melhor para o grupo. Em conversa com os jornalistas este sábado antes do treino leonino em Lagos, o jovem avançado não fugiu a qualquer pergunta e sublinhou a importância da formação dos verde e brancos: "Temos muito jogadores que se podem mostrar", sublinhou.

Como está a correr o estágio: "Está a correr bem. Apesar das mudanças do grupo, acho que a malta integrou-se bem no plantel. Está a ser um bom estágio e temos mais dois jogos para disputar.

Como é que está a ser para si em termos da tua evolução? "No final da época já estava bem integrado no grupo. Não acho que tenha mudado muita coisa. O trabalho continua lá, os objetivos continuam lá".

Já teve alguma conversa com o mister Rui Borges para ser integrado mesmo na equipa A na próxima temporada? "Não, apenas vamos falando no dia a dia. Já sinto que faço parte do grupo. Acho que não é necessário ter esse tipo de conversa".

Em termos de ataque, o Sporting ainda não contratou ninguém. É um sinal de confiança também para si? "Sim, acho que me dá um bocado de confiança, mas a única coisa em que eu tenho de me focar é no meu trabalho. E se quero jogar, se quero estar presente, tenho de trabalhar ao máximo.

As saídas acabam sempre por ter algum impacto, mas acho que o Sporting mantém-se o mesmo, com as mesmas ideias, os mesmos objetivos

O facto de Luis Suárez ainda não se encontrar neste estágio, Ioannidis ter algumas lesões também pode fazer com que tenha uma oportunidade como titular na equipa? "Sim, acabo sempre por ter mais algum espaço, dadas as ausências. Mas não estou focado nisso, estou mais focado no meu trabalho no dia-a-dia e no que posso fazer, nas oportunidades que eu tenho".

Há miúdos a aparecer; o Flávio Gonçalves e o Gabriel Silva estiveram muito bem no jogo com o Celtic. Como vê o surgimento destes jogadores? "Vejo com bons olhos, acho que é muito bom para a nossa formação, mostra muito do que é o Sporting, do que é a academia no Sporting. Além deles, temos muitos jogadores que podem vir a mostrar-se.

Como é que é serem 15 da formação do total de 33 jogadores? O que quer dizer também para o vosso trabalho? "Acho que quer dizer muito. Mesmo na equipa B, o ano passado, eu sentia que mais tarde ou mais cedo, muitos acabavam por vir aqui fazer um estágio. Já estive no lugar deles. Estão a aproveitar bem a oportunidade".

Zalazar e Maxi Araújo já com o grupo. E quem têm sido os líderes do balneário agora também com a saída de Hjulmand? "Temos recebido bem os dois jogadores. O Maxi é uma alegria, pois já não o via há muito tempo e esteve muito bem no Mundial. O Rodrigo estamos a conhecer agora. Gosto bastante dele. Em relação aos líderes de balneário, acho que ainda não é uma coisa definida. Não tenho muito para adiantar sobre isso, não sinto que haja algo definido até agora".

Mas há algum jogador que veja com essas características de capitão para suceder a Hjulmand? "Acho que isso vai caber muito à decisão do míster, mas acho que temos muitos jogadores com esse perfil e acho que estamos bem entregues".

Falou de um Sporting em mudança. Que Sporting é este para a nova temporada, tendo em conta também essas saídas de peso do Hjumand e do Morita? "Essas saídas acabam sempre por ter algum impacto, mas acho que o Sporting mantém-se o mesmo, com as mesmas ideias, com os mesmos objetivos. Quem vai entrando no Sporting acaba por se adaptar ao clube".

Houve alguma última mensagem de Hjulmand para os jogadores? "Houve aquilo que todos recebemos: uma mensagem de boa sorte e desejo toda a sorte a todo mundo para ele também".

O que é que podem prometer aos sportinguistas? "Prometemos o mesmo trabalho de sempre, todo o empenho e que conseguimos ganhar todos os jogos".

Custou muito perder o capitão? "Custa sempre um bocado pela pessoa que é, mas os jogadores com este impacto acabam sempre por sentir-se alguma coisa. Mas acho que o próximo que vier vai ter o mesmo impacto ou algo parecido".

Gostava de um dia ser capitão do Sporting? "Acho que essa pergunta é interessante porque nas camadas jovens já fui capitão e um dia gostaria, sim".

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