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Guarda-redes espanhol analisou trabalho nos leões e métodos de trabalho de Jorge Vital e Tiago Ferreira
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Na véspera de medir forças com o FC Porto na final da Allianz Cup, o Sporting mostrou em mais um episódio do 'Sporting Confidential' um pequeno vislumbre sobre os bastidores da preparação da equipa principal. Desta feita, o foco esteve no trabalho invisível realizado pelos guarda-redes, com Adán a ser um dos protagonistas. Há três temporadas ao serviço do emblema de Alvalade, o guarda-redes de 35 anos louvou o trabalho realizado na Academia, destacando a união do grupo liderado por Rúben Amorim.
"Já estive em muitos grupos de trabalho de guarda-redes e devo dizer que o que encontrei aqui é especial. Temos a sorte de trabalhar com dois profissionais como o [Jorge] Vital e o Tiago [Ferreira]. Para nós é um trabalho muito especifico. Subimos mais cedo ao relvado uns 30 ou 40 minutos antes. Fazemos esse trabalho prévio e específico. Depende também do dia, se temos uma sessão de força ou potência", admitiu Adán, em declarações aos órgãos do clube, sem deixar de referir a presença habitual de jovens guardiões provenientes da formação. "O ambiente entre nós é muito bom. Até com os miúdos que vêm da formação, que se adaptam muito bem ao trabalho connosco e sentem a possibilidade de trabalharem com a equipa principal. É um prazer contar com todos eles", garante.
Além de Adán, um dos capitães no lote da equipa principal leonina, também outras vozes da experiência relataram como é o dia-a-dia do trabalho específico de guarda-redes na ala profissional da Academia. Neste caso, foi a vez de Vital e Tiago, ambos treinadores de guarda-redes do Sporting, analisarem os desafios de pertencerem à equipa técnica de Amorim.
"A preparação é a mesma que fazemos para qualquer jogo. Todos são importantes. A diferença é ter 3 jogos em 8/9 dias", começou por explicar Vital, num lançamento à partida de sábado que coloca frente a frente Sporting e FC Porto, antes de apontar a exigência colocada por Rúben e companhia. "O ambiente é de grande exigência e competitividade, porque o míster [Amorim] assim o exige. Temos guarda-redes de grande nível e grandes profissionais.
é muito importante que os guarda-redes que não jogaram consigam equilibrar as cargas com o atleta que jogou. Mas sempre prevenindo, pois pode acontecer alguma coisa e têm de estar preparados para o jogo", sublinha o experiente treinador de guarda-redes de 61 anos.
Por sua vez, Tiago Ferreira, ex-guardião que foi campeão pelos verdes e brancos, mostra-se orgulhoso por complementar o trabalho de Vital, anteriormente o seu tutor. "É um prazer trabalhar com o míster Vital. Foi meu treinador enquanto jogava aqui. Já o conheço bem. E o principal é os jogadores terem a mesma ideia para o treino. E assim é. Já o conheço e isso ajuda-me bastante, porque olho para o míster e já sei o que ele pensa. Isso é bastante importante, dois treinadores terem a mesma ideia", concluiu.
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