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Bruno de Carvalho esclareceu o intuito do protocolo assinado durante o seu mandato enquanto presidente do Sporting entre o Sporting e o Batuque. Segundo o ex-líder leonino, trata-se uma "estratégia perfeitamente normal", que a seu ver em nada se assemelha ao Brasa Futebol Clube, referindo-se a uma polémica que, em 2009, envolveu o Benfica.
"Os PALOP’s devem ser os países a quem damos especial atenção. Não podemos comparar um clube como o 1º de Agosto, que para África é rico, com os clubes de Cabo Verde, que não têm a mesma capacidade financeira. A nossa estratégia era fazer o que fizemos com o Batuque em países como São Tomé, Moçambique. É perfeitamente normal. É um clube de formação, foi-me apresentado pelo Guilherme Pinheiro e André Geraldes, depois pelo Carlos Vieira e Rui Caeiro", começou por dizer, no 'podcast' Sporting160, fazendo assim eco do que já havia sido comunicado pela sua assessoria jurídica.
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BdC sublinha que Jovane, atual jogador do plantel principal leonino, "não veio ao abrigo do acordo, nem do Batuque", mas estava "referenciado por alguém do Batuque antes de se fazer esse acordo". "É perfeitamente normal que o Sporting, assim como os seus clubes rivais fazem, dê um apoio financeiro quando faz esse protocolo. Dinheiro esse que seria reavido por cada vez que o Sporting trouxesse jogadores vindos do próprio Batuque".
"Exemplo: o Sporting vai diretamente a um clube e diz que está interessado num jogador. Imediatamente o preço do jogador sobe para um milhão de euros. Se o Batuque chegar um jogador que está referenciado pelo Sporting, se calhar troca-o por um par de sapatilhas ou por uma sanduíche e o Sporting conseguiria assim através do protocolo bons jogadores por um preço muito abaixo do preço que seria expectável. Tivemos jogadores em Moçambique nos quais estivemos interessados e tivemos de desistir deles porque os valores eram exorbitantes. Isto é feito, e muito bem, pelos nossos clubes rivais", salientou.
Depois, o ex-presidente recordou o Brasa Futebol Clube, ‘clube-fantasma’ brasileiro que terá recebido uma verba de 900 mil euros, alegadamente devido à transferência do ex-lateral direito das águias Patric. "O Batuque não é um Brasa. O Brasa nunca teve nenhum jogador e nunca fez uma competição; o Batuque existe, tem uma formação e historial. Não se confundam as coisas, porque lá por ter o nome Batuque não significa que não seja um clube de referência na formação de Cabo Verde", rematou Bruno de Carvalho.
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