Bruno Sorreluz repudia "som de very light" no dérbi de futsal : «Ameaças de morte não é rivalidade»
Antigo candidato à presidência do Sporting denunciou ainda "emboscada a jovens de 17 e 18 anos"
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Através das redes sociais, Bruno Sorreluz, antigo candidato à presidência do Sporting e conhecido no universo leonino como Bruno Sá, condenou os assobios de very light que ouviu no dérbi de futsal entre Benfica e Sporting, que terminou com vitória (2-1) das águias no jogo 1 da final do campeonato. O empresário marcou presença na Luz para assistir ao encontro e, na conta de Instagram, lamentou algumas situações que diz ter vivenciado.
"Há noites em que o que fica não é o jogo. É tudo o que aconteceu à volta dele. Ontem foi uma dessas. Voltaram a ouvir-se cânticos a invocar a morte num derby de futsal, no pavilhão do rival. Voltou a haver adeptos a gravar caras e a ameaçar ir a casa de jogadores e de adeptos. E voltaram os dois pesos e duas medidas. Na bancada deles, intimidação sem polícia à vista. E quando são eles a visitar o nosso pavilhão, há lonas e cadeiras a proteger as bancadas adversárias, enquanto os nossos sócios nem de pé se podem manter", começou por apontar, denunciando ainda um episódio que terá ocorrido dias antes do dérbi no futsal.
"Gosto de rivalidade. Faz parte do jogo. Mas ameaças de morte a jogadores, adeptos e dirigentes não são rivalidade. São crime. E o que aconteceu esta semana, com uma emboscada a jovens de 17 e 18 anos longe de qualquer jogo, devia envergonhar toda a gente que ama o desporto", frisou.
Além disso, Bruno Sorreluz pediu às autoridades outra atenção no jogo 2 da final de futsal entre Sporting e Benfica, agendado para a próxima terça-feira (dia 16), às 21h15. "Terça-feira há novo derby. Não podemos fingir que não sabemos o que costuma acontecer. Por isso, deixo um apelo às forças de segurança, às autoridades do desporto e às direções dos clubes: protejam quem vai aos estádios e aos pavilhões. Sobretudo os mais novos. Porque o jogo é dentro das quatro linhas. Tudo o resto não pode continuar impune", concluiu.