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07 abril

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Chegar, ver e jogar

Chegar, ver e jogar
Chegar, ver e jogar • Foto: PEDRO FERREIRA

Nenhum dos dez reforços já garantidos pelo Sporting neste defeso chegou ao clube tão bem colocado como Nani para entrar de imediato na equipa titular. Na verdade, o internacional português recrutado ao Manchester United por empréstimo arrisca-se mesmo a ser o único a beneficiar desse tratamento, já na receção ao Arouca, não por mero privilégio ou estatuto mas porque pode, de facto, fazer a diferença na dinâmica de ofensiva da equipa e porque, após os primeiros dias de trabalho na Academia de Alcochete, já deu provas de que reúne as condições mínimas necessárias para conseguir corresponder à chamada de Marco Silva, assim o técnico o pretenda.

No seguimento de uma última época condicionada por prolongada lesão num joelho, o extremo, de 27 anos, recuperou a tempo de integrar o lote de convocados de Paulo Bento para o Mundial do Brasil, e encarregou-se de demonstrar que os problemas físicos tinham ficado para trás. O arranque da nova campanha, no United, confirmou essas indicações e, apesar de entretanto ter deixado Old Trafford, o internacional português figurou nas escolhas de Louis van Gaal para o arranque da Premier League, contra o Swansea. Ora, a treinar e a competir sem qualquer limitação – embora em início de temporada (e portanto ainda à procura da melhor forma) –, Nani voou de Manchester para Lisboa preparado fisicamente para chegar, ver e jogar às ordens de Marco Silva.

E, segundo Record apurou, o técnico já testou ontem o novo camisola 77 na equipa que poderá ser titular frente ao Arouca, amanhã, em Alvalade. O ensaio não teria significado de maior, se se tratasse de um jogador integrado há mais tempo no grupo, mas ter sido feito com Nani ao cabo de apenas dois dias de treino mostra, por um lado, que Marco Silva pondera realmente conceder-lhe de imediato uma vaga no onze e, por outro, que o atacante está à altura de agarrar a oportunidade – provavelmente na esquerda do ataque (e por troca com Heldon, titular contra a Académica).

Acarinhado

No regresso à Academia, sete anos depois de ter proporcionado o maior encaixe da história da SAD (25,5 milhões de euros) ao transferir-se para o Manchester United, Nani tem vindo a encaixar sem dificuldade no renovado balneário leonino, onde encontrou muitas caras conhecidas, desde logo do convívio na Seleção Nacional.

O protagonismo que lhe foi dedicado nos últimos dias, quer por parte dos adeptos quer até pela estrutura de futebol, não parece ter causado qualquer repercussão negativa no grupo, que recebeu bem o extremo e o acolheu sem reservas, ao ponto de este já se sentir (novamente) em casa. O próximo passo será vestir a camisola e ajudar a equipa em campo – e essa hora, salvo contratempo burocrático, não deve tardar.

Fez 45 minutos com o Swansea

Nani chega a Alvalade com o ritmo necessário para ser lançado de imediato no onze. Depois de uma época marcada por lesões que o impediram de fazer a diferença na equipa de David Moyes, a entrada de Van Gaal trouxe um novo ânimo a Nani – que já tinha sido utilizado por Paulo Bento nos três jogos de Portugal no Mundial’2014 –, e nem a notícia de que estava na lista de dispensáveis fez com que deixasse de trabalhar para garantir um lugar no plantel dos red devils. Não foi, por isso, de estranhar que, em desvantagem no marcador na estreia da Premier League, diante do Swansea, Van Gaal lançasse Nani para o lugar de Chicharito, logo após o intervalo. O extremo não foi capaz de inverter os acontecimentos (1-2), mas cumpriu os 45 minutos a um bom nível.

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