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Record apresenta-lhe o documento onde são explicados os motivos que levaram a esta decisão
O antigo presidente do Sporting Bruno de Carvalho foi expulso de sócio do clube, por decisão do Conselho Fiscal e Disciplinar do emblema lisboeta.
Bruno de Carvalho, de 47 anos, presidiu ao clube leonino entre 2013 e 2018, altura em que foi destituído do cargo, em Assembleia Geral (AG), realizada em 23 de junho de 2018.
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Em comunicado, o Sporting anunciou que Bruno de Carvalho, cuja presidência ficou marcada pelas agressões a jogadores e técnicos na academia de Alcochete, no fim da época 2017/18, cometeu 12 infrações disciplinares, relacionadas com as contas do clube, publicações nas redes sociais e a "obstaculização" da AG de destituição.
De acordo com o clube, o antigo líder leonino já foi notificado da decisão, podendo recorrer da expulsão para a Assembleia Geral, com efeito suspensivo e devolutivo, respetivamente.
O antigo vice-presidente Alexandre Godinho também foi punido com a sanção de expulsão de sócio, devido a 10 infrações disciplinares.
Da direção liderada por Bruno de Carvalho, foram aplicadas ainda penas de suspensão por nove meses a Carlos Vieira (seis infrações), seis meses a Luís Gestas (quatro) e repreensão registada a Rui Caeiro (duas), tendo ainda sido decidido o arquivamento dos autos referentes a Luís Roque e José Quintela.
Instaurado pela Comissão de Fiscalização, o processo iniciou-se com a nota de culpa entregue aos sócios visados em 23 de agosto de 2018, que Bruno de Carvalho não contestou, e remetida, posteriormente, a um "instrutor externo", por visar "anteriores membros dos corpos sociais".
Segundo o comunicado dos leões, "foram realizadas múltiplas diligências de prova no âmbito do processo", pedidas tanto pelo instrutor como pelos próprios sócios que contestaram a nota de culpa.
O relatório final indica que "os sócios visados praticaram múltiplas e gravíssimas infrações disciplinares", sendo que o Conselho Fiscal e Disciplinar aplicou a sanção de expulsão após "os factos praticados, em acumulação, com premeditação", terem levado a "relevantíssimos danos de imagem, moral e patrimonial, com dolo direto muito intenso, com liberdade, consciência e conhecimento da ilicitude por Bruno de Carvalho e Alexandre Godinho".
"Assumiram uma gravidade, uma ilicitude e uma censurabilidade tão grandes e elevadas que apenas se coadunam com a aplicação concreta da sanção mais grave prevista nos diplomas legais", justifica.
A "tentativa de bloqueio de contas e de usurpação de funções", com a "agravante de ter ocorrido em momento posterior à sua destituição pelos sócios", bem como a tentativa de "obstaculizar" a AG de destituição, as publicações nas redes sociais, a "perturbação grave da AG de 23 de junho", são outros dos atos que revelam "total desrespeito pelo clube, pelos seus estatutos e pelos seus sócios".
"Considerou, assim, o Conselho Fiscal e Disciplinar só poder ser aplicada aos sócios visados Bruno de Carvalho (tendo praticado 12 infrações disciplinares) e Alexandre Godinho (tendo praticado 10 infrações disciplinares) a pena mais grave prevista nos estatutos, ou seja, a pena de expulsão", lê-se no documento.
Destituído em 23 de junho, Bruno de Carvalho foi suspenso de sócio pela Comissão de Fiscalização do clube em 2 de agosto, após ter-lhe sido instaurado um processo disciplinar, numa suspensão que dura até à decisão hoje conhecida, a qual ainda poderá ser objeto de recurso.
Conheça os fundamentos da decisão.
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