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Protocolo foi terminado e só depois é que a transferência foi feita
Bruno de Carvalho garantiu que o Sporting tem Jovane Cabral nos quadros graças à parceria com o Batuque FC, de Cabo Verde, mas Record sabe que o extremo não está nesse contrato que conferia o direito de preferência dos leões sobre sete jogadores pré-identificados: Fabricio Kone; Admirson Soares; Walter dos Santos Waxel; Widilton Santos Waxel; Kevin Patrick Alves Fortes; Junior Jorge Coelho da Cruz e Julmiro da Silva.
Mais: o protocolo entre Sporting e o Batuque FC foi celebrado em setembro de 2017 e Jovane já vestia a camisola dos leões desde 2014/2015, nos juvenis, vindo do Grémio Nhagar.
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Em janeiro de 2018 foi solicitado pela administração da SAD do Sporting ao departamento jurídico uma minuta de acordo de resolução daquele contrato. Ainda assim, o valor de 330 mil euros da transferência foi liquidado em maio desse ano - o protocolo foi terminado e só depois é que a transferência foi feita - e nunca foi restituído.
Antes de rumar a Alvalade, Jovane representava o Grémio Nhagar e BdC garantiu ontem a Record que o jogador foi identificado na sequência do protocolo, na área da prospeção, estabelecido com o Batuque FC, sobre o qual Frederico Varandas levantou dúvidas em conferência de imprensa esta sexta-feira.
"Fizemos um protocolo com esse clube e pagámos 330 mil euros. Desse protocolo, veio, por exemplo, o Jovane Cabral. ‘Só’. Já toda a gente viu que Jovane Cabral é um craque", argumenta o antigo presidente do Sporting, em declarações a Record, questionado depois sobre os restantes jogadores (e seriam mais seis) por quem os leões teriam direito de preferência. "Vieram alguns mas aquele que já se destacou, que já todos perceberam, é o Jovane Cabral. Só com o Jovane, nós vamos ganhar milhões. Não é tostões, é milhões", insistiu.
Recorde-se que Varandas havia sublinhado na conferência de sexta-feira não existir "qualquer relatório do clube ou de terceiros sobre jogadores daquele clube".
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