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Hacker Rui Pinto acusou o ex-administrador portista de ser “um dos beneficiários das comissões na ida de Rúben Amorim para Alvalade”
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Uma publicação do hacker Rui Pinto, atualmente a ser julgado por 90 crimes, na conta oficial do Twitter, em que acusava Antero Henrique, antigo diretor desportivo do FC Porto, de estar “particularmente interessado e empenhado no sucesso desportivo do Sporting e no insucesso do FC Porto”, por ser “um dos beneficiários das comissões na ida de Rúben Amorim para Alvalade”, coincidiu ontem com uma notícia publicada pela ‘Tribuna Expresso’, dando conta de “uma fatura no valor de 500 mil euros mais IVA, no total de 615 mil euros, lançada pela empresa DHZ Consulting”, controlada pelo ex-administrador portista, e que tinha “como destinatária a empresa Nomiblue Sports, de Raul Costa”, agente de Rúben Amorim. Segundo o semanário, a fatura referia o descritivo: “Prestação de serviços de consultoria e assessoria, tendo em vista a transferência do treinador de futebol Rúben Amorim, do Sp. Braga para o Sporting CP.”
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