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Veremos de que matéria é feito o leão: será que a camisola amarela empurra ou inibe?
É do alto de uma liderança isolada, garantida pela notável vitória na Luz, que o Sporting recebe um Estoril a fazer época acima das melhores expectativas. Dir-se-á que a nova situação leonina na tabela classificativa não interfere na condição de um grande clube, cuja existência só faz sentido ganhando; mas ao cabo de vários anos sem conquistar o título (foge-lhe desde 2002), não deixa de ser relevante o facto de a equipa comandada por Jorge Jesus estar sozinha no primeiro lugar, dando corpo à previsão de que 2015/16 seria uma temporada diferente para a família verde e branca.
Sem fugir à primeira abordagem ao jogo, isto é, que o Sporting entra claramente favorito e que qualquer resultado que não seja a vitória leonina configurará enorme surpresa, há fatores que podem interferir naquele que se apresenta como natural decurso dos acontecimentos. No ciclismo, a camisola amarela tanto empurra como tolhe. Depende da natureza de quem a enverga. Seguindo esse raciocínio, o duelo entre leões e canarinhos servirá para entendermos de que massa é feita o primeiro colocado da Liga portuguesa: a felicidade de viver sem companhia no topo da tabela traduzir-se-á numa expressão ainda mais forte do talento individual e coletivo ou, por outro lado, constituirá uma responsabilidade acrescida e inibidora dessa capacidade?
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