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Godinho Lopes: «Gestão adequada era investir só em salários»

Vai testemunhar contra o Sporting...

Godinho Lopes: «Gestão adequada era investir só em salários»
Godinho Lopes: «Gestão adequada era investir só em salários» • Foto: miguel barreira

Luís Godinho Lopes, antecessor de Bruno de Carvalho na presidência do Sporting, decidiu testemunhar contra o clube no diferendo que opõe os leões à Doyen Sports

O processo será dirimido pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) entre 15 e 18 deste mês, prazo previsto para a inquirição de testemunhas e consequente anúncio do acórdão que ditará a sentença sobre o caso espoletado pela transferência de Marcos Rojo para o Man. United. Em casos do género, são os contendores que arrolam testemunhas abonatórias e Record sabe que entre as propostas pela Doyen estão mais dois antigos responsáveis leoninos (Nobre Guedes, ex-administrador da SAD, e Pedro Sousa, ex-diretor de comunicação), entre uma extensa lista de personalidades do futebol.

Explicação

Em declarações a Record, Godinho Lopes explica os motivos que o levaram a sentir-se na obrigação de tomar esta oposição. "O Sporting tinha relação excelente com o fundo e negociou a compra do jogador com pagamento das duas primeiras tranches pela Doyen, comprometendo-se o clube a pagar a terceira. A estratégia era clara: o clube utilizava e valorizava o jogador, antes de pagar a terceira prestação. Conforme a situação financeira que tivesse na altura, pagava ou vendia depois. Assim, teria lucro correspondente à sua parte do passe e o investimento feito pelo clube resumir-se-ia a salários", diz.

Godinho Lopes recua no tempo para fundamentar a opção de ter recorrido a parcerias com vários fundos, dando como exemplos as contratações de Elias, Rinaudo e Wolfswinkel (Quality Fund, de Peter Kenyon), entre outros. "Em 2011, havia necessidade absoluta de reforçar a equipa. O critério adotado foi o de comprar jogadores que tivessem tido prestígio no seu país, internacionais. Então, decidiu a SAD partilhar direitos económicos ficando exclusivamente com a gestão desportiva dos jogadores, garantindo a sua utilização e rentabilização", sustenta, frisando que "o clube nunca foi forçado a fazer parcerias" e que, "se a gestão da carreira fosse adequada, o clube só investiria nos salários do jogador e teria mais-valia na venda correspondente à sua participação".

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