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Só é admitido o registo de um técnico principal e Marco ainda é funcionário...
A inscrição de Jorge Jesus como treinador do Sporting está dependente da resolução do processo de despedimento de Marco Silva por justa causa. Enquanto decorrer o procedimento disciplinar, Marco continua a ser funcionário da SAD leonina. Como, do ponto de vista dos regulamentos, só é admitido um registo como técnico principal e o contrato de Marco refere especificamente que é esse o cargo que desempenha (o que inviabilizaria um hipotético recurso à equipa B no sentido de contornar a questão), para que Jesus possa ser formalizado nas novas funções em Alvalade deverá ser necessário que o antigo treinador liberte o posto.
É esta a convicção da entourage de Marco Silva, que resume o tema na ideia de que até 30 de junho não haverá urgência particular de nenhuma das partes em resolver o caso, desde que, obviamente, se cumpram os requisitos e prazos legais.
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No mesmo barco. Isto porque Jorge Jesus, desde ontem oficializado, também continua a ser formalmente treinador do Benfica até essa data. A partir de 1 de julho, aí sim, o interesse em fechar o dossiê deverá ser comum a Sporting e a Marco Silva, permitindo ao ex-técnico prosseguir a carreira noutras paragens e a JJ ser inscrito, com o envio da documentação à FPF. "Estaremos no mesmo barco", resume fonte próxima do processo, relativizando o perigo de a carreira do treinador ficar bloqueada.
Risco
Certo é que Marco não pode ainda comprometer-se com nenhum clube. Após a resposta à nota de culpa, seguir-se-á um período de instrução célere. O Sporting terá, depois, 30 dias para finalizar o relatório. Decidido o despedimento, Marco poderá tentar impugnar a decisão e, enquanto espera pelos tribunais, procurar novo clube. Outra hipótese será o próprio técnico rescindir. Mas até ao fim do mês o tempo parece não jogar contra os protagonistas.
Resposta à nota de culpa será feita ponto por ponto
Mesmo considerando que muitos dos factos apontados na nota de culpa do Sporting já prescreveram (e a lei define um prazo de 60 dias), a defesa de Marco Silva está a preparar um resposta detalhada a cada um dos fundamentos apresentados pela SAD leonina para justificar o processo de despedimento com justa causa.
Segundo Record apurou, a resposta do treinador já está a ser devidamente trabalhada e deverá ficar pronta no final da próxima semana, dentro do limite legal de 10 dias definido para este procedimento. Marco mantém-se tranquilo e confiante num desfecho favorável, sentimento que é reforçado, em parte, por alegadas incongruências detetadas na nota de culpa. Uma delas, entende o técnico, prende-se com a tentativa de agressão de Rojo a Bruno de Carvalho, que é relatada agora, mas que no próprio inquérito disciplinar movido pelos leões ao central argentino não teria sido referida.
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