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Projeto resulta de uma parceria internacional entre a Fenwick Iribarren Architects e o Fragmentos. Possíveis inovações são discutidas no universo sportinguista
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No último verão, a direção do Sporting completou uma mudança no Estádio José Alvalade que era há muito tempo ansiada pelos adeptos - o fecho do fosso -, mas a obra em torno da renovação do complexo de Alvalade não fica por aqui. Antes disso, já tinham existido modificações nas infraestruturas dos leões e a renovação prossegue, tal como relembrou, de resto, o presidente Frederico Varandas no debate das últimas eleições do clube.
Nesse sentido, terminada a primeira fase das obras, é hora de meter o pé a fundo na fase 2. Isso mesmo foi explicado, em parte, esta sexta-feira, pelo atelier Fragmentos nas redes sociais e no seu site. "Com a Fase 01 da intervenção no Estádio José Alvalade concluída, revelamos algumas das transformações que aproximam os adeptos do jogo, desde o fecho do fosso à renovação das bancadas e áreas corporate. Decorre agora a Fase 02 deste projeto que resulta de uma parceria internacional entre a FIA - Fenwick Iribarren Architects - e o Fragmentos e que concretiza a visão da Nova Era do Sporting, elevando a forma como se vive o futebol em Portugal", é explicado.
Recorde-se que ainda este ano foi garantido um mega investimento de 225 milhões de euros para a renovação do Estádio José Alvalade. Nesse sentido, ainda em outubro do ano passado, o Sporting comunicou a emissão de obrigações no montante de 225 milhões de euros, tendo em vista as obras que, até 2029, irão decorrer no recinto e no complexo. O parceiro financeiro acabou por ser o banco norte-americano JP Morgan, com as obrigações a terem um prazo de maturidade até 28 anos e uma taxa de juro fixa de 5,75%.
Ainda no debate de 12 de março passado, aquando das eleições do clube leonino, Frederico Varandas voltou a abordar a questão em torno do planos para o 'novo Alvalade'.
"Fazemos o financiamento de 225 M€ e investimentos para outra dimensão. O mercado deu razão ao Sporting, que estava na altura ideal de o fazer. Tivemos procura de nove vezes mais. Dois mil milhões quiseram investir no Sporting. Falamos de investidores internacionais de referência. Tivemos a assessoria da JP Morgan e o crédito de risco foi avaliado em 'credit investment rate'. Os próprios investidores queriam que o Sporting fizesse ainda mais dívida. O projeto está claro no plano que apresentámos num documento com mais de 100 páginas. Em 10 anos, o Sporting vai dobrar as suas receitas. Vamos promover um espaço José Alvalade, aberto de 15 em 15 dias, quando jogamos em casa e daí fazemos receitas. Esse espaço vai permitir meter o Sporting noutro patamar. Lojas online, físicas, um museu de última geração, o espaço da Alvaláxia e museu... e surpresas que vão ser detalhadas brevemente. Estamos completamente confortáveis. A receita desse investimento vai pagar confortavelmente o empréstimo", justificou na altura.
De resto, tendo em conta a fase 2 já em andamento, vários sócios e adeptos do universo leonino começaram a debater possíveis reestruturações no estádio. Nesse sentido, começaram a circular nas redes sociais algumas imagens de eventuais mudanças dentro do recinto para os próximos anos.
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