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Equipa de Peseiro em 2004/05 foi campeã de inverno mas viu o Benfica fazer a festa...
Numa altura em que faltam apenas três jornadas para se dar por finda a 1.ª volta da Liga, o Sporting é líder isolado da competição e tem, face ao calendário, boas perspetivas de terminar esse período no mesmo lugar que ocupa atualmente. Será esse um bom prenúncio para uma equipa que, por agora, rejeita a candidatura ao título? A história diz-nos que sim, pois a última vez que os verdes e brancos dobraram o campeonato sozinhos no topo (em 2001/02 com mais três pontos do que o Boavista), conquistaram o 18.º título nacional.
Beto, Quaresma, João Pinto ou Jardel não deram hipóteses à concorrência e mostraram ser uma equipa regular, que deu boas indicações do início ao fim e que, aos olhos da opinião pública, mereceu levantar o troféu. Há também quem diga que, anos mais tarde (2004/05), o Sporting de José Peseiro praticava o melhor futebol a nível nacional mas... que pecava por ser inconstante e por desperdiçar pontos de forma inadmissível. Bem, voltando a recorrer à história – e aos números –, o argumento acaba por ser válido: nessa época, a última em que os leões viraram a Liga no topo (com os mesmos 31 pontos que FC Porto e Benfica), não significou um festejo no final. Giovanni Trapattoni, italiano que dirigia os destinos dos encarnados, soube lidar melhor com a irregularidade dos adversários diretos e deu um título ao Benfica que fugia desde a temporada 1993/94.
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Concentração
Para passar a 15.ª jornada na frente será preciso superar três etapas de níveis de dificuldade diferentes. Primeiro o Belenenses, já amanhã em Alvalade, uma semana antes de nova receção, desta feita ao Nacional de Manuel Machado. Resta o Estoril, na Amoreira, naquele que será o teste mais complicado mas que surge na mesma ronda em que FC Porto e Benfica se defrontam.
Só dois ciclos domingo/quarta
Há males que vêm por bem e o facto de o Sporting não se ter apurado para as competições europeias da época 2013/14, aliado ao de já ter saído da Taça de Portugal tornam... leva o calendário da formação de Leonardo Jardim até final da presente temporada. Apesar de a maioria das partidas que o novo leão vai disputar ainda não terem dia definido, Record fez as contas e chegou à conclusão que até ao final do ano desportivo os pupilos do treinador madeirense apenas terão, no máximo dos máximos, dois ciclos com encontros a meio e no final a semana.
O primeiro ocorre já a partir de dia 12 de janeiro: visita ao terreno do Estoril, descanso de três dias e novo embate, desta feita com o Marítimo para a Taça da Liga; o período termina quatro dias depois, com deslocação a Arouca. O segundo acontecerá, caso o Sporting passe às “meias” da Taça da Liga: encontrará Benfica, o vencedor do grupo das águias e Olhanense, tudo numa semana.
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