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Procuradora Cândida Vilar defendeu a manutenção da prisão preventiva para 38 arguidos, deixando de fora seis nomes.
O Ministério Público, após a dedução da acusação no caso das agressões na Academia de Alcochete, não insistiu na prisão preventiva do antigo presidente do Sporting e do líder da Juventude Leonina, libertados esta quinta-feira. No despacho final, a que a 'Sábado' teve acesso, a procuradora Cândida Vilar defendeu a manutenção da prisão preventiva para 38 arguidos, deixando de fora seis nomes.
"Relativamente aos arguidos Tiago Rodrigues, Samuel Teixeira, Tomás Fernandes, Guilherme Oliveira, Nuno Mendes e Bruno de Carvalho promovo que aguardem os ulteriores termos do processo na situação em que se encontram", pode ler-se no documento.
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