Morita quer menos seleção e... menos lesões: «Preciso de pensar primeiro em mim»
Médio japonês sublinha que dura carga de jogos começa a pesar e trava regularidade nos leões
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Aos 29 anos, Hidemasa Morita já entende com facilidade os sinais que o seu corpo lhe dá e, para evitar as lesões musculares que o têm afetado nas últimas épocas, mostra-se disponível a ser gerido, pois as viagens para o Japão, onde se encontra para representar a seleção, têm custos, vinca. "Tenho de pensar primeiro em mim...", afirmou o atleta dos leões à imprensa do seu país.
"Qualquer jogador deseja disputar todos as partidas e eu ficava satisfeito se pudesse ajudar a equipa a vencer todos os jogos", analisou o médio do Sporting, que promete, contudo, ser mais cauteloso: "Já sei que nas fases decisivas o meu rendimento pode cair devido a fatores como as viagens e as lesões; também sei, como disse, que tenho de pensar primeiro em mim para estar bem no momento em que as minhas equipas joguem."
Reconhecendo as dificuldades que os internacionais japoneses que atuam na Europa enfrentam pelas "as longas deslocações" ou com "as alterações climatéricas", o camisola 5 do campeão considera, porém, ainda ter margem para fazer... melhor!
"Sei que há um limite para aquilo que posso alcançar, quero explorar esse limite e fazer ainda mais. Não podemos pensar que não é possível, até porque eu quero alcançar vitórias a todo o custo", garante Morita, que ainda promete manter as características que o diferenciam: "Não vou mudar a minha forma de jogador, quero manter a minha agressividade, mas pretendo entender como posso melhorar."
China e Bahrain rumo ao MundialO Japão vai defrontar a China (amanhã) e o Bahrain (dia 10 de setembro) tendo em vista a qualificação para o Mundial de 2026. Morita defende que os nipónicos não podem falhar. "Estes jogos são importantes para garantirmos os bilhetes para a competição e, para isso, só temos de pensar em ganhar. Temos de estar ainda mais fortes", alerta.