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Em Aveiro, surpreendeu logo nos primeiros dias quando fechou a cadeado as portas do campo de treinos...
Leonardo Jardim, o novo treinador do Sporting, é senhor de uma personalidade muito especial. O treinador madeirense aparenta ser um homem frio e calculista mas gosta de cultivar amizades de ouvir toda a gente. Em Chaves e em Aveiro, por exemplo, deixou amizades para toda a vida e muitas histórias para contar.
Em Aveiro,onde chegou vindo do Desportivo de Chaves, Jardim surpreendeu logo nos primeiros dias quando fechou a cadeado as portas do campo de treinos, de forma a não permitir a presença de dirigentes e de outras pessoas estranhas no local de trabalho. É aí que volta muitas vezes para almoçar ou jantar com os amigos que ali fez. Poucos mas fiéis. É a "malta do helicóptero". O treinador apreciou sobremaneira a alegoria do helicóptero a propósito do que acontecia na guerra do Ultramar e adoptou-a. Porque num helicóptero em tempo de guerra só entra quem é da nossa inteira confiança.
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Jardim tem, ainda, uma filosofia muita própria para o seu dia a dia como treinador. Até lhe deu o nome de GALO. Ou seja, Gestão Andando de um Lado para o Outro. O treinador chega normalmente muito mais cedo ao estádio e vai andando de um lado para o outro à conversa com quem lhe aparece. "Não marco reuniões e tenho a informação de fonte direta", revelou durante um seminário que decorreu há um ano, em Ponte de Lima.
“A ausência é quase sempre prenúncio de desgraça. Se um treinador estiver ausente e estiver dentro do gabinete, acaba despedido antes de a informação lhe chegar”, argumenta Jardim.
“Chego às 9 horas e ando no clube durante hora e meia. No final do treino volto a andar mais hora e meia. Ando às voltas, sem rumo, mas com disciplina. É nessas alturas que há maior fluxo de informação. Não ligo o computador, nem fico ao telemóvel com empresários. Converso com quem me cruzo, ando por zonas onde não era suposto andar”, explicou.
"Gosto de sentir o ambiente e engraço quem está abaixo e não o chefe", detalhou ainda quem anda sempre de um lado para o outro de ouvidos bem abertos e quem ainda se assume como um "gestor de egos".
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