Raphinha revela curioso ritual antes dos jogos do Sporting
Avançado do Sporting respondeu a alunos de uma escola da Amadora
Raphinha e Wendel estiveram esta quarta-feira na Escola dr. Azevedo Neves, na Amadora, e responderam a várias questões colocadas pelos alunos. Raphinha confessou que foi difícil a adaptação a Portugal - deixou o Avaí, no Brasil, em 2015 para rumar ao V. Guimarães, tendo sido transferido para o Sporting no início desta temporada - e revelou o seu 'ritual' antes dos jogos dos leões.
Vida no futebol: "Peladinha todos jogam. Mas ficar longe da família, dos amigos... é difícil"
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Ídolos: "Acompanhei a carreira de Ronaldinho Gaúcho até ao final e agora, antes dos jogos, vejo sempre vídeos dele"
Reação à proposta do Sporting: "Fiquei feliz por ser procurado por um grande clube de Portugal e, quando ouvi a proposta, não pensei duas vezes em abraçar o projeto. Estou muto feliz aqui e espero conquistar muitos títulos e dar alegrias aos adeptos".
O que sente quando marca um golo: "Todos os jogadores procuram fazer o 1.º golo e quando o fiz [pelo Sporting] queria festejar, abraçar toda a gente! Foi muito importante marcar pelo Sporting"
Treinos tornam-se mais fáceis ao longo da época ou mais exigentes? "Vão ficando mais curtos e mais leves, mas a exigência é maior do que no primeiro treino e no primeiro jogo. Queremos ganhar todos os jogos. Os adeptos querem que ganhemos tudo e, quando acontece algo menos bom, torna-se mais complicado e a exigência é sempre maior".
Adaptação: "Quando saí do Brasil e vim para cá não foi fácil... Muitas vezes já pensei em voltar para o Brasil e para a minha família. Mas o meu pai e a minha mãe dão-me força. Ainda é difícil ficar longe"
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