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Treinador do Sporting lançou jogo decisivo com o Bodo/Glimt
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Diante do Bodo/Glimt, o Sporting vai atuar com Eduardo Quaresma na defesa, em detrimento de Ousmane Dembelé, habitual titular que foi relegado por conta do período atual do Ramadão.
"O Ousmane, é visível isso, e já tínhamos sentido no jogo em Braga, dado ele estar a fazer o Ramadão, sente-se muito na sua energia. É um jogador importante, muito próprio. Só que neste momento tem tido uma quebra física natural. Respeitamos isso. O Eduardo tem trabalhado para ter estas oportunidades, dá-nos características diferentes do que o Ousmane. É por aí", começou por dizer.
Estratégia diferente para este jogo
"No sentido que temos ter mais coragem e audácia. Não podemos fugir disso. Dentro essa estratégia, o que nos faltou lá, temos de ter em dobro. Intensidade nas ações, no rigor, porque vamos estar mais vezes expostos. Temos de ter equilíbrio emocional enorme. A ânsia por marcar não nos pode levar a ficar desequilibrados e perder controlo emocional. O jogo está ao gosto deles, estão a ganhar por 3-0, confortáveis em bloco baixo e em contra-ataque. Temos de ter esse equilíbrio emocional. Vamos procurar o golo, mas não podemos perder o equilíbrio"
Estratégia para desmontar o bloco baixo do Bodo
"Foi o que acontece lá. Não fazendo jogo bom lá tivemos oportunidades para marcar, porque vários momentos formos a corredores, criámos provocações interiores entre lateral central. Claro que depois há coisas que não fugimos. Temos jogo interior forte, mas vai ao encontro deles. Nós temos de ser inteligentes. A ânsia de procurar o golo não nos pode fazer perder o equilíbrio, repito. Temos de ter paciência com bola. Não podemos entrar num jogo de transições. Quando tivermos bola temos de ter ataques continuados com tempo, para desgastar o Bodo também"
Como o Bodo vai atuar, acha que vai esperar pelo Sporting?
"Vamos ter as duas coisas. Bodo defensivo e que tenhamos a capacidade para os empurrar para um bloco baixo. Isso depende da nossa capacidade. Acredito que queiram pressionar. Mas é uma equipa muito confortável na sua transição ofensiva. Muito bem trabalhada nesse sentido. Pessoalmente como treinador foi a equipa que mais me surpreendeu nesse sentido. Tem uma capacidade competitiva grande. E o futebol é cada vez mais exigente nesse sentido."
"A equipa não esteve compacta. O futebol às vezes não tem a ver com estratégia, mas com intensidade. Em Bodo sabia o que eles iam fazer, mas a intensidade do coletivo estivemos aquém. Não conseguimos sequer ser pressionantes na linha de dois. Tiveram muito espaço. Fomos perdendo esses momentos de pressão, esse equilíbrio emocional. Individualmente fomos surpreendidos pela real capacidade do Bodo. Isso deixou a equipa mais comprida. A nossa primeira linha de pressão nunca conseguiu sê-lo ou fazê-lo. Vamos ter de andar mais homem a homem, mas isso é nosso, já fazemos desde o início da época. Se calhar hoje vamos fazer mais. Queremos correr atrás do prejuízo"
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