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As declarações do treinador do Sporting depois do empate em Londres, diante do Arsenal (0-0)
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O Sporting caiu esta quarta-feira de pé na Champions com um empate em Londres diante do Arsenal (0-0), depois de uma derrota pela margem mínima em Alvalade (0-1). Após o apito final, Rui Borges analisou a exibição dos seus jogadores.
"Não consigo dizer que dói. É um orgulho infinito na capacidade e personalidade da equipa. Nos dois jogos, acho que fomos superiores ao Arsenal, muito honestamente. Acabam por ter sorte por fazer um golo a acabar em Alvalade e que os leva a passar. Por tudo o que fizemos, acho que fomos melhores. Oportunidades claras, na personalidade que tivemos em ambos os jogos, neste ambiente extraordinário. Os nossos adeptos também estiveram ao nível do jogo. Orgulho é a palavra certa para definir todo este caminho, este grupo. Mereciam mais, mas saímos de cabeça levantada e felizes por tudo o que fomos capazes, bem como pela força e alegria que demonstraram a jogar", começou por referir, em declarações à Sport TV.
Sporting não marcou nos dois jogos... O que faltou? "Falamos de uma linha defensiva extraordinária. O Luis [Suárez] fez dois grandes jogos, mas estar a toda a hora naqueles duelos físicos cansa... O Arsenal tem grandes jogadores na defesa, difíceis, mas as melhores oportunidades nos dois jogos são do Sporting. Eles não criaram tantas oportunidades quanto isso... Muito sinceramente, acho que não podia pedir mais. É um orgulho infinito e estou muito feliz. Claro que ficámos tristes porque queríamos muito passar e continuar a marcar a história do Sporting, mas outros anos virão. E cada vez mais o Sporting ganhará o respeito".
Troca entre Geovany Quenda e Catamo. O que sentiu que precisava? "Refrescar a frente de ataque. Era normal que a malta estivesse a cair. Não estávamos a conseguir ficar com bola. O Dani tentou fazer um pouco de Pote, o Quenda de Geny... Tentámos um pouco isso e foi muito por aí. Era refrescar. O Simões pelo Morita também. Acho que o Morita fez um jogo... Ele e o Morten fizeram um jogo fora do normal, fantástico. Mas foi numa perspetiva de refrescar. O Simões dá mais transporte e, nesta reta final onde o jogo ficou mais partido, precisávamos de carregar [a bola]".
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Para aquilo que aí vem contra o Benfica, este resultado é um murro no estômago? "O jogo de hoje cria responsabilidade, não podemos baixar o nível. Nesta competição, a jogar cara a cara contra os melhores... Temos de fazer um grande jogo também com o Benfica. Um jogo importante na nossa caminhada pelo título nacional. Estamos na luta, queremos mantê-la, lutar por ela. Um Benfica que está em 3.º lugar e que matematicamente ainda pode chegar ao título, o 2.º lugar dá acesso à Champions. O jogo de hoje só acresce à nossa responsabilidade de não baixar o nível e fazer um bom jogo contra uma grande equipa. Em casa vamos precisar do apoio dos adeptos, até pelo cansaço. O Benfica tem uma semana limpa, mas acredito que os adeptos farão a diferença para podermos levar de vencido o próximo adversário".
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