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Líder da Juve Leo garante que a claque nunca quis atingir o guarda-redes com tochas
Mustafá esclareceu que as tochas atiradas para o relvado no início do Sporting-Benfica da época passada não tinham como objetivo atingir Rui Patrício. Num comunicado publicado no Facebook, o líder da Juve Leo sublinhou que "estes artefactos pirotécnicos são usados por todos os clubes, fazendo parte de coreografias planeadas para causar impacto visual e habitualmente realizadas no início dos jogos", e que "em momento algum foi nosso objetivo atingir o nosso guarda-redes (ainda por cima num jogo tão importante como o que se iria disputar), sendo que a probabilidade de ser o Rui Patrício a estar naquela baliza na primeira parte era de 50%."
Sobre uma alegada abordagem hostil a jogadores do Sporting em Londres, denunciada por Frederico Varandas - segundo noticiou o Correio da Manhã -, Mustafá vincou que "qualquer adepto a título individual pode realizar estas ações" e que "atribuir de forma caluniosa estes acontecimentos à claque são mais um ato de difamação", manifestando esperança de que "não tenham sido estas as declarações" do presidente verde e branco. O líder da Juve Leo garante mesmo que "não existe qualquer tipo de desentendimento" com o responsável máximo do clube.
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Mustafá esclareceu ainda a notícia do CM que dava conta de que o líder da Juve Leo, apesar de viver na Aroeira e andar de BMW, declarou receber um valor abaixo do limiar de pobreza. "Efetivamente vivo na Aroeira, num apartamento T2 alugado (o mínimo para um casal e uma criança), do qual pago a renda mensal de 600 euros."
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