Sá Pinto é imagem de garra do videojogo «FIFA 2001»

O futebolista do Sporting foi o escolhido para ilustrar a capa portuguesa do simulador de futebol da Electronic Arts. Na apresentação do vídeojogo, Sá Pinto estreou-se no papel de... árbitro. E até nem esteve mal. Merecia nota 4 para o “Apito de Ouro de Record”

Sá Pinto é imagem de garra do videojogo «FIFA 2001»
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SÁ PINTO foi terça-feira a principal estrela de uma manhã bem diferente no Colégio dos Salesianos. Escolhido pela Electronic Arts (EA) para ilustrar a capa do mais recente capítulo da série "FIFA", o futebolista do Sporting esteve na apresentação do simulador de futebol e estreou-se nas funções de... árbitro.

Depois de Rui Costa (1999) e Simão Sabrosa (2000), chegou a vez de Sá Pinto merecer a escolha dos responsáveis da EA para representar a edição portuguesa de um dos vídeojogos mais famosos na categoria.

"Sá Pinto representa a garra e a competitividade que são necessárias para jogar “FIFA 2001", explicou Jorge Domingos, da Electronic Arts, algum tempo antes da chegada apoteótica do jogador ao Colégio dos Salesianos.

Ao contrário do que seria de esperar, Sá Pinto não jogou futebol. Deu centenas de autógrafos, dialogou com os jornalistas e foi, pela primeira vez, árbitro. Dirigiu o jogo entre a equipa dos "Salesianos" e o conjunto formado por alguns dos jornalistas presentes no lançamento do jogo.

Os "Salesianos" venceram por 2-1 e Sá Pinto até se exibiu ao nível de uma nota 4 do Apito de Ouro de Record.

"Foi uma experiência muito gira", disse o jogador, antes de sublinhar que "é difícil errar" quando "há atenção ao que se está a passar em campo". Sá Pinto teve ainda uma tirada irónica: "Errar algumas vezes é natural, agora errar sempre já é diferente, principalmente se, como tem acontecido, o erro é sempre contra a mesma equipa."

O dianteiro leonino confessou-se, depois, adepto dos vídeojogos, considerou "FIFA 2001" como um jogo "quase perfeito", onde "só falta o campeonato português e a selecção nacional" e lembrou que é um título onde "é possível fazer quase tudo e jogar futebol como todos gostariam que fossem os jogos todos os domingos".

Um pavilhão cheio e rendido ao internacional português, vitoriou mais vezes as apitadelas de Sá Pinto do que os golos dos "Salesianos".

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