Saídas de Pote e Bragança no fim de uma era: quem resiste do plantel que colocou fim ao jejum do Sporting
Transformação em cinco anos deixa equipa com apenas três jogadores que estiveram no título de 2020/21
Seguir Autor:
Com três dos últimos seis campeonatos conquistados, o Sporting tem vivido a era mais dourada desde a década de 50, num caminho iniciado com Rúben Amorim a conduzir os leões à vitória na Liga, em 2020/21. Já lá vão cinco anos desde que o golo de Paulinho, em Alvalade, frente ao Boavista, terminou com as dúvidas e permitiu aos verdes e brancos rumar ao Marquês de Pombal. No fecho do mercado deste verão, as memórias voltaram à tona, perante as saídas de Pote e Daniel Bragança, dois jogadores que participaram nessa caminhada (e o primeiro até foi o melhor marcador desse campeonato). No fundo, estas duas despedidas marcam o fim de uma era, já que são poucos os elementos do plantel que podem contar no balneário a história de um fim de jejum de 19 anos. Gonçalo Inácio, Eduardo Quaresma e Nuno Santos formam o triângulo de resistentes de um grupo de 31 campeões.