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Ex-guardião do Sporting fala ainda de Marcel Keizer e perspectiva futuro com Rúben Amorim
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Salin foi um dos jogadores do Sporting que esteve no balneário de Alcochete, a 15 de maio de 2018, quando se deu o ataque à Academia dos leões. O guardião francês, hoje no Rennes, não quis tecer muitas considerações sobre as conclusões do julgamento, mas defendeu Bruno de Carvalho.
"Não quero falar muito sobre Alcochete... Apenas quero dizer que nem tudo é preto ou branco... [Bruno de Carvalho] foi publicamente destruído. Acho que ele merece um pouco mais de respeito. Eu estava no balneário e tinha contrato com o Sporting. Assumi ficar ao serviço do clube, não quis rescindir nessa altura, como Mathieu e outros colegas", frisou o guarda-redes, de 35 anos, à Sport TV.
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Quanto às experiências que viveu em Alvalade, Salin elogiou Marcel Keizer, um "treinador muito bom ao nível tático e técnico", mas assumiu que faltou "um pouco de personalidade" ao holandês. "Gosto muito dele, mas faltou-lhe alguma autoridade sobre os jogadores que tínhamos", reforçou, abordando o futuro imediato do clube: "Agora, com a escolha de Amorim e o custo que teve para o clube, a responsabilidade fica para os jogadores. A culpa não pode ser sempre dos treinadores quando não há resultados. Os jogadores têm de assumir muito mais as responsabilidades".
A terminar, e fruto do 3º lugar do Rennes e consequente classificação para a 3ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões, Salin fez votos para... reencontrar o seu ex-clube. "É a melhor classificação da história do clube. Queríamos acabar o campeonato, mas o governo francês, com muita prudência, tomou a decisão de não o permitir. Jogar contra o Sporting? Isso era top! Mas não para os adeptos do Sporting. Eu não vou perder contra o Sporting!", atirou, bem-humorado.
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