Slimani mandou o muro abaixo
O jogo arrastava-se e prometia ficar cada vez mais complicado para o Sporting...
Destaque do Sporting: Slimani (nota 4)
5 jogos 4 golos
O jogo arrastava-se e prometia ficar cada vez mais complicado para o Sporting. No entanto, apareceu Super-Slim. O denso muro erguido pelo Penafiel foi derrubado à cabeçada pelo argelino (69’) e, para não permitir qualquer tipo de reação ao adversário, repetiu a façanha (desta feita de pé esquerdo), aos 72’.
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Rui Patrício (3)
7 jogos 4 golos sofridos
Nas poucas vezes em que foi chamado a intervir, não teve dificuldades para transmitir confiança à equipa, com defesas seguras e eficazes.
Cédric (3)
4 jogos 0 golos
Os extremos do Penafiel criaram-lhe dificuldades, mas compensou a falta de velocidade com uma raça contagiante. Cruzou com conta, peso e medida para Nani desperdiçar (24’), mas estava destinado a estar num golo, assistindo Slimani para o 2-0.
Paulo Oliveira (3)
2 jogos 0 golos
Velocidade e capacidade posicional. Teve um regresso feliz a uma casa que já foi sua, assumindo o papel de autêntico pronto-socorro na fase em que o Penafiel foi mais perigoso.
Sarr (2)
7 jogos 0 golos
Elo mais fraco da defesa, demonstrando um nervosismo incompreensível no momento de fazer passes... simples. Aos 16’ calculou mal o tempo de salto e oPenafiel só não inaugurou o marcador por acaso.
Jefferson (3)
5 jogos 0 golos
Regressou ao onze após três jogos de ausência e nem o irrequieto Aldair lhe retirou tranquilidade. Destaque, ainda, para o cruzamento perfeito para Slimani fazer o 1-0.
William Carvalho (2)
6 jogos 0 golos
Recuperou algumas bolas, é certo, mas um médio-defensivo de uma equipa que quer ter posse terá de ser o primeiro organizador de jogo. Resguardou-se demasiado no“passe para o lado”, demonstrou muitas dificuldades quando o jogo pediu mais velocidade de processamento e foi substituído, sem surpresa, aos 57’.
João Mário (3)
3 jogos 0 golos
Na 1.ª parte escondeu-se muito entre as linhas ofensivas, entregando aos extremos as despesas do ataque. Com a entrada de Adrien e Montero libertou-se das amarras e conseguiu encontrar os espaços necessários para criar desequilíbrios.
André Martins (2)
5 jogos 0 golos
Demonstrou muitas dificuldades para lidar com a pressão alta do Penafiel. Tal como William, estava visivelmente a ser um elemento a menos na equipa leonina e foi (bem) substituído por Montero.
Nani (4)
6 jogos 2 golos
Um dos mais inconformados com a incapacidade do Sporting em derrubar o muro penafidelense. Teve uma oportunidade para marcar (10’), mas atirou ao lado. Seguiram-se mais tentativas (21’, 22’, 24’ e 29’) até chegar ao merecido golo, aos 85’, num magnífico toque a responder à brilhante assistência de Montero.
Carrillo (2)
7 jogos 3 golos
Muita velocidade, mas quase sempre com pouco discernimento. Melhorou com a entrada de Montero, encontrando no 10 uma excelente “muleta” ofensiva.
Montero (4)
6 jogos 1 golos
Finalmente! Este terá sido o pensamento de Montero quando, aos 81’, alcançou o tão desejado regresso aos golos (já não marcava desde dezembro de 2013). Um golo merecido pela qualidade que trouxe à equipa, como se viu na assistência para Nani.
Adrien (3)
7 jogos 1 golos
Começou no banco, mas foi lançado quando Marco Silva quis dar um abanão ao jogo. Opção certeira, pois deu maior dinâmica ao miolo.
Capel (3)
7 jogos 0 golos
Substituição habitual de Marco Silva. Entrou e fez a assistência para Montero apontar o 3-0.