Viktor Gyökeres visto à lupa por Rui Malheiro: o que pode dar o avançado ao Sporting?
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Internacional sueco, com origens familiares húngaras, Viktor Gyökeres, a mais cara aquisição da história do Sporting, despontou, com apenas 17 anos, na equipa principal do IF Brommapojkarna, então no escalão secundário. O lastro goleador, que marcou o seu adolescer, acelerou a transição para sénior, como atestam os 20 tentos em 22 jogos pela equipa júnior, e os 12 golos em 10 partidas pela formação B, o que também lhe abriu as portas das seleções inferiores suecas. Já incorporado na formação principal do BP, onde continuou a evidenciar-se como finalizador na segunda e na terceira divisão, como atestam os 25 golos (e 9 assistências) em 67 jogos oficiais, sobressaiu no Europeu sub-19’2017, que concluiu entre os melhores marcadores, e na lista de melhores jogadores do torneio, fazendo companhia a Diogo Costa, Diogo Dalot, Mason Mount, Ryan Sessegnon, ou Rui Pedro. Se já era pretendido dentro de portas, a cotação internacional disparou, e a transferência para o Brighton foi consumada, no início de janeiro de 2018, a troco de 1 milhão de euros. Só que a falta de espaço de afirmação na equipa principal dos seagulls, apesar dos bons desempenhos na formação de reservas – 14 tentos em 28 partidas –, conduziram-no a cedências, em 2019/29, ao St. Pauli, onde apontou 7 golos na 2. Bundesliga, e, em 2020/21, a dois emblemas do Championship: o Swansea, onde não se afirmou na primeira metade do exercício, e o Coventry, que o contrataria, a título definitivo, em julho de 2021, por 1,2 milhões de euros. Um casamento idílico, como compravam os 43 tentos e 17 assistências em 116 jogos oficiais, e o retumbante registo de 47 partidas completas – em 49 disputadas – na última edição do segundo escalão inglês, uma das competições mais exigentes no capítulo físico no futebol mundial.