Wendel: «Foi uma adaptação muito ruim»

Médio do Sporting diz que agora "está tudo na paz" e recorda euforia de marcar o primeiro golo

• Foto: Peter Spark/Move photo
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Raphinha e Wendel estiveram esta quarta-feira na Escola dr. Azevedo Neves, na Amadora, e responderam a várias questões colocadas pelos alunos. Wendel recordou a "adaptação ruim" a Portugal - trocou o Fluminense pelo Sporting em 2017/18 - e não esconde o 'arrepio' que sente ao ouvir os cânticos dos adeptos em Alvalade.

Vida no futebol:

"Quem está de fora diz que é fácil jogar futebol. Mas quem batalha tira letra"

Vida no futebol:

Diferença entre treinador e professor: "O professor explica matemática, o treinador ensina tática"

Relação com as claques:

 "Ouvir o apoio em campo é muito importante. No Sporting há sempre uma música no começo dos jogos, antes do árbitro apitar, que dá uma força... Deixa-me muito feliz"

Relação com as claques:

Ídolos: "O Ronaldinho Gaúcho, Pogba e o Messi"

Reação à proposta do Sporting: "Tive várias propostas para sair do Fluminense, não deram certo e quando soube do Sporting, pesquisei e gostei muito. Treinei e viajei à noite"

O golo que mais o marcou no Sporting: "Eu estava a tentar, a tentar, e depois quando consegui [frente ao Estoril] só queria abraçar o Bas Dost, mandar beijos, agradecer a Deus... (risos)"

Treinos: "Todos os jogadores passam dificuldades como eu passei, tenho de lutar em todos os treinos. Tenho de trabalhar e querer bastante.

Adaptação: Foi uma adaptação muito ruim. Depois de um ano, adaptei-me e ficou tudo na paz"

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