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Paulinho Cascavel, avançado mítico do V. Guimarães, está presente na gala do 100.º aniversário do clube e falou da sua forte ligação aos minhotos, desde logo por razões pessoais.
"Regressar é sempre especial, embora quase todos os anos venha cá de férias. Tenho uma ligação muito forte pelo futebol e pelo lado pessoal. O meu filho nasceu aqui, a minha filha não nasceu cá, mas chama-se Vitória...", apontou o ex-jogador.
Sobre o jogo que mais o marcou como jogador vitoriano, Cascavel elegeu uma partida com o Sparta de Praga, na Taça UEFA de 1986/87, na qual marcou dois golos, um deles de calcanhar. Mas, a reboque, acabou por lembrar a mítica invasão vitoriana às Antas em 1986/87. "Houve um jogo nas Antas, com o FC Porto, na estreia do Casagrande, em que a cidade de Guimarães foi em peso. Até se dizia que 'o último a sair de Guimarães que feche a porta'", lembrou sobre uma partida (2-2) em que terão estado mais de 20 mil adeptos do Vitória nas bancadas das Antas.
Sobre a atual temporada, o brasileiro lembrou as dificuldades inerentes a muitas mudanças num grupo. "Não é fácil fazer uma equipa de uma hora para a outra. Nós chegámos ao 4.º lugar na minha época, mas não foi de um momento para o outro. Foi preciso crescer, ir construindo, ter alguma paciência e sabemos que é difícil pedir isso aos adeptos do Vitória", afirmou.
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