O treinador Rui Cunha esteve na sala de imprensa da Academia do V. Guimarães para abordar o encontro com o Arouca, da 34.ª jornada da Liga. O jovem técnico assumiu o comando esta semana, depois da saída de Álvaro Pacheco. Esta temporada trabalhou nas equipas técnicas de Moreno Teixeira, João Aroso, Paulo Turra e Álvaro Pacheco. Na sala de imprensa teve a companhia de Nuno Leite, vice presidente, e Pedro Gonçalves, team manager da equipa A.
Como se sente nesse lugar para o derradeiro jogo da época?
"Sinto-me bem. Não é o cenário ideal, como todos sabemos. Sou trabalhador do clube, faço parte da estrutura, e quando me lançaram o desafio para fazer este último jogo o clube precisava de mim e com sentido de missão vou tentar fazer o meu melhor, juntamente com os jogadores para conquistar os três pontos."
Como sentiu o grupo esta semana? Está preparado para procurar bater a melhor pontuação?
"Está pronto. É um objetivo deles há algum tempo, que podia ter sido atingido mais cedo. Acredito que se vai concretizar em Arouca. Sinto bem o grupo. Aproveito para dizer que é um grupo que passou por muitas dificuldades, com a saída de três treinadores, inclusive, um antes da última jornada e o primeiro após a primeira jornada, algo que cria sempre instabilidade. O grupo deu sempre respostas nesses momentos. Quando o mister Moreno saiu o grupo ganhou ao Gil Vicente, quando o Paulo Turra saiu após o Estoril o grupo ganhou em Famalicão. Acreditamos agora também que após a saída do mister Álvaro, a quem deixou um agradecimento pelo trabalho que fez cá, que a equipa possa dar uma grande resposta."
Quais foram os principais desafios destes três dias?
"Em relação à função que tinha é ligeiramente diferente, porque não tinha tanta preponderância e as decisões não passavam tanto por mim. A pressão é completamente diferente de um equipa A para um escalão de formação, mas a forma de estar no treino é a mesma. Os jogadores conhecem-me há dois anos, trabalho com eles desde que o Moreno assumiu a equipa A. Em três dias não dá para mudar grande coisa, será o que o Vitória foi nos últimos jogos. O grupo está bem, na máxima força, muito focado."
Como vimaranense vive de forma especial este momento?
"Sem dúvida. É o meu clube desde quem me lembro. É um orgulho enorme e uma responsabilidade também, é um orgulho enorme representar o meu clube e ajudá-lo a poder ficar na história. É muito enriquecedor para mim."
É uma boa oportunidade para se mostrar para o futuro?
"Não estou focado nisso. O clube lançou-me uma missão para estes jogo, estou a pensar na equipa e no clube. Sou o menos importante aqui, quero é que os jogadores estejam bem. A minha carreira não é a prioridade agora."
O que espera do jogo com o Arouca?
"Apesar do Arouca ter a situação definida espero um jogo difícil. É uma das equipas mais versáteis no momento ofensivo, que consegue trazer muita gente para a construção e para as equipas conseguirem ser pressionantes têm de levar o mesmo número de jogadores. Já não têm o Mujica, que acrescentava muito a profundidade, mas terão outro jogador que possa fazer essa função. Preparamos o jogo da melhor forma, sinto que o grupo está focado e preparamo-nos para todos os cenários que possam aparecer. Passamos a informação da melhor forma."
Como viu esta situação da saída de Álvaro Pacheco? O presidente disse que houve convites a outros treinadores por parte de Álvaro Pacheco, chegou a ser sondado?
"Já falei sobre esse tema. Agradeci e agradeço o empenho da equipa técnica do mister Álvaro Pacheco. O presidente já falou tudo o que tinha para se falar."
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