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Rui Rodrigues apresentou, esta sexta-feira, o programa eleitoral da Lista D, a qual encabeça como candidato à presidência do V. Guimarães.
Afirmando que a grande prioridade do seu projeto passa pela estabilidade desportiva e financeira através de uma coexistência entre as duas vertentes, o ainda vice-presidente da SAD em funções abordou os primeiros passos na sua campanha. "Estamos a começar mas a senti-la com muita positividade. As pessoas vêm ter comigo e gostam da minha pessoa e do meu projeto. Estamos no início, mas confiantes", começou por dizer.
Quais são as suas principais ideias? "Só referi aqui as mais importantes, as da parte financeira e desportiva. Mas há muita coisa para falar no futebol de formação, nas modalidades e no imediato. O mais relevante é mesmo a questão efetivamente financeira e a evolução que podemos ter na construção de novas valências que nos possam trazer retorno. Não quero criar uma excessiva dependência financeira com a venda de atletas. O setor financeiro tem de dar condições para obter resultados mais sólidos."
O que está previsto para a ligação com o fundo VSports? "Os sócios assim decidiram e muito bem. Entraram no Vitória e estamos a falar de um parceiro com muita credibilidade e podem aportar muito ao crescimento do clube. Caso eu vença as eleições, a parceria será completamente diferente do que tem sido até agora. Tenho um conhecimento profundo por trocamos impressões desde que entraram no Vitória, independentemente de ter passado de 42 por cento para 29 por cento das ações, sabem qual é a ideia em relação à minha ideia para a parceria. Podemos ter coisas muito interessantes."
Plano desportivo passa pelo Gil Lameiras? "É o treinador do Vitória, teremos que falar com ele e não quero falar mais disso."
Houve uma reunião das candidaturas para esclarecer as contas. É possível avançar algum valor do passivo? "A única coisa que posso dizer é que ainda me encontro em funções e independentemente de ser candidato ou não, tenho responsabilidade com o Vitória. Ao mesmo tempo, temos uma estratégia desportiva e financeira que começa no dia 1 de julho e termina no dia 30 de junho. Houve uma pressão muito grande a partir de março pelas contas do Vitória mas, efetivamente, os números que se falam por aí fora não são ajustados à realidade e já temos previsões do fecho de resultado. Sem contar com vendas. De todo tem a ver com o passivo.Esqueçam os 80 ou 90 milhões de passivo."
Por Bruno Freitas e João Albuquerque