V. Guimarães frente ao Santa Clara

PALATSI. Teve umatarde tranquila, mas quando foi chamado, disse “presente” com defesas de classe.

BESSA. Procurou ser o motor do flanco direito, investindo no ataque sempre que teve espaço de progressão. Dificuldades em dois lances com Gabor, sem mácula.

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CLÉBER. Eficaz, mas mais discreto. Alguma calma a mais em algumas ocasiões.

RICARDO SILVA. Não se limitou a defender, envolvendo-se em vários lances ofensivos, como por exemplo no do golo inaugural. Impecável e providencial aos 16 minutos.

ROGÉRIO MATIAS. Salvo uma excepção, logrou travar os ímpetos de João Pedro. Seguro e objectivo

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RUI FERREIRA. Secou a fonte inspiradora do futebol açoriano: Figueiredo. Grande missão de sacrifício.

PEDRO MENDES. Peça fulcral de ligação defesa-ataque, a sua excelente leitura de jogo reflectiu-se em duas assistências primorosas – uma resultou no golo inaugural.

DJURDJEVIC. Acção importante no flanco esquerdo, coroou a exibição com um golo oportuno e iniciou o lance do 4-0.

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ROMEU. Início de época fulgurante. Continua indomável. Corre toda a frente de ataque, vai a todas, não vira a cara à luta. Junta mais dois golos de bela execução à sua conta pessoal.

RAFAEL. Ainda inconstante, alterna o bom com o individualismo estéril. Pode fazer muito mais.

HUGO CUNHA. Joga de olhos fechados na equipa. Deixou a sua marca nos dois últimos golos do Vitória.

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GUGA. Da sua insistência resultou o quinto golo, que podia ter marcado.

JAIME. Descansado.

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