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Vítor Magalhães: «Estamos perante uma situação maldosa»

António Figueiredo, administrador da SAD estorilista, apontou ontem para presumíveis ligações empresariais entre Paulo Costa, árbitro que irá dirigir o Estoril-V. Guimarães, e José Arantes, vice-presidente vitoriano. O dirigente minhoto chamado pelos jornalistas à sala de Imprensa preferiu o silêncio, mas o presidente Vítor Magalhães deu explicações.

"O Paulo Costa não está associado a nenhuma empresa do eng. Arantes. Não há qualquer ligação entre ambos, é uma situação maldosa. Prova-se isso quando quiserem. A empresa Jocle colocou a relva no D. Afonso Henriques no tempo do antigo presidente e um sintético no complexo, que resultou num processo que foi resolvido através de um acordo. No dia seguinte a tomar posse no Vitória fomos a tribunal e chegámos a um acordo, pagámos", recordou.

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O líder vitoriano explicou ainda que o dono da empresa já faleceu e foi com o antigo presidente [n.d.r Pimenta Machado] que trabalhou. "Nesse tempo pode ter havido ligação", referiu, sugerindo: "Quem deu este tipo de informações ao sr. Figueiredo deve dar-se bem com ele. Era importante descobrir-se e investigar-se quem está por trás disto. Nas vésperas de um jogo é muito complicado. Esta questão não beneficia o futebol e muito em especial a arbitragem."

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