Afonso Freitas e a aventura na Juventus com um jogo perante o ídolo Cristiano Ronaldo
Lateral não mais esquece encontro com CR7: "Uma coisa é vê-lo na televisão, estar com ele pessoalmente é incrível"
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Aos 23 anos, Afonso Freitas tem uma carreira umbilicalmente ligada ao V. Guimarães, onde começou ainda no futebol de sete, em 2009. Desde aí, foi subindo a pulso todos os escalões do clube vitoriano até à estreia na 1ª Liga esta época, acumulando já 25 jogos na equipa principal, com um golo e uma assistência.
Mas como em tudo na vida há sempre uma exceção que pouca gente tem até conhecimento, pois o lateral já esteve em Itália ao serviço da Juventus, entre 2016 e 2018. Um curta experiência que, mesmo assim, deixou marcas, tal como Afonso Freitas registou na conversa que teve hoje com os meios do clube e o nome de Cristiano Ronaldo, claro, não podia faltar na aventura de um jovem jogador na poderosa Juventus.
A aventura em Itália: "Fui muito novo para o estrangeiro e isso ajudou-me bastante em termos mentais. As saudades de casa eram grandes. Estava muito habituado a estar com a família e, de repente, isso despareceu. Mas era uma oportunidade que eu não podia desperdiçar. Ajudou-me a crescer e a experimentar outro estilo de jogo. Em Itália pratica-se um futebol diferente, privilegia-se muito a tática. É um futebol mais defensivo, as equipas trabalham muito essa componente. Fui para lá com 16 anos e, já nesse escalão, deparei-me com treinos longos e muito duros a nível físico".
Fotos com CR7 na Juventus: "Nas pré-épocas da Juventus, a equipa principal costuma defrontar a chamada equipa primavera, composta pelos juniores do clube. São jogos muito direcionados para os adeptos e realizam-se sempre na terra do presidente. Foi num jogo desses que tive a oportunidade de me cruzar em campo com o Ronaldo, precisamente na primeira época dele na Juve. Felizmente, poucas ações tive com ele porque estávamos em corredores opostos".
O ídolo de sempre: "Tivemos uma conversa muito breve. Nessa altura, o Ronaldo andava rodeado de seguranças e, por isso, era muito difícil chegar a ele. Só tive a oportunidade de lhe pedir para tirarmos uma fotografia juntos e ele aceitou. Mas foi arrepiante defrontá-lo. É o meu ídolo, sempre o admirei e vou continuar a admirar. Estar envolvido no mesmo jogo foi qualquer coisa inexplicável. Uma coisa é vê-lo na televisão, estar com ele pessoalmente é incrível".