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Entre o ir e voltar do Cazaquistão demorou um total de mais de 20 horas, com cinco de diferença no fuso horário, mas o famoso jet lag foi bem combatido
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O V. Guimarães cumpriu esta semana a viagem mais longa da sua história e até do próprio futebol português, ao nível dos clubes e competições europeias, com a deslocação ao Cazaquistão para defrontar o Astana. A operação de organização e logística desta viagem foi naturalmente intrincada, mas estava há muito obviamente a ser preparada com todos os pormenores possíveis e imaginários que não se podiam descurar para que a equipa de Rui Borges não sofresse com o desgaste inerente a uma deslocação desta grandeza.
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